O brasileiro engraçadinho

Uma gracinha o brasileiro. Agora resolveu eleger “o corrupto do ano” na internet. Vai ter algemas de ouro, festinhas, muito carnaval e alegria. Não é ótimo ?  Tenho uma pequena sugestão: Que tal mudar só um pouquinho a brincadeira e fazer algumas faixas mais ou menos assim : “Queremos um outro GOLPE MILITAR!” Talvez mostrar uma certa dose de violência possa levar a desdobramentos saudaveis. Poderíamos, quem sabe, amedrontar o governo, que demitiria com mais rapidez os larápios conhecidos de todos. Também a corja do Judiciário ficaria um pouquinho menos a vontade, principalmente porque é mais acovardada e menos experiente do que o Executivo e Legislativo. O mínimo que aconteceria seria a catarse, o desabafo, sempre desejavel psiquicamente. É evidente que protestos, passeatas, narizes de palhaço, não adiantam nada, porque chegando as eleições voltam os mesmos gatunos, ou então, que maravilha, uma renovação: gatunos AINDA desconhecidos. Que os leitores não me entendam mal, mas gostaria novamente de citar o general Figueiredo: ” Seria bom que corresse um pouco de sangue no Brasil”. O que ele quis dizer com isso ? Uhmm… Não sei, mas imagino. Outra coisa: O país deveria voltar a niveis de roubalheiras aceitaveis – aqueles até a década de 70 – agora, imediatamente, nada de “futuras gerações”. A vida é curta demais. Não podemos ficar, da mesma forma que os cubanos, vivendo e morrendo dentro do horror. Um país que não tem obras públicas, onde a ridícula Linha Verde em Belo Horizonte é a obra do século, um país onde a estrada do boi está intransitavel nos últimos 30 anos, uma país onde os impostos são extraordinarios porque os ladrões querem roubar toda a arrecadação, um país… deixa prá lá. Infelizmente nada tenho a propor a não ser a guilhotina.  Ah, sim, se o populacho das grandes cidades anulasse os votos a legitimidade dos eleitos estaria comprometida porque diretamente ligada aos grotões,  e talvez, numa chance de 1 para 1 milhão , alguma coisa poderia mudar.  Mas… o melhor mesmo é ser realista e tentar roubar também. Certo ?

-.-.-.-.-.-.-.-.-.–.–.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.–.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.–.-.-.-..–.-.-.-.-.-.–.–

No Estadão, Mac Margolis afirma  em longo artigo que a visita de Ahmadinejad provocou reação injustificada dos “alarmistas do Partido Republicano dos EUA, que enxergam terroristas debaixo de cada palmeira”. Argumenta  o colunista que o importante é o fato do representante dos crueis aitolás não haver visitado os países mais importantes, com maior PIB, do continente.. Termina assim : “Contudo, sem a proteção do Brasil, a nova investida de Teerã no Hemisfério Ocidental não passa de uma encenação em um palco vazio”. Nossa, mas que ignorância sesquipedal!  ” “Encenação em uma palco vazio” !Até outro dia esse país complicado, do outro lado do mundo, nem sabia que existia América Latina. Agora passeia por aqui inteiramente descontraido. Os mustafás estão seguramente preparando o terreno para exercer uma enorme influência, desde que tenham a bomba atômica, ou até mesmo sem ela. Podem partir para bases militares. O Iran já vendeu bilhões de dólares em armas para Chavez. Só isso já configura uma enorme intervenção no continente, afetando inclusive o rearmamento brasileiro. As visitas de Ahmadinejad foram um brilhante lance estratégico, dando continuidade à política de expansão e busca de aliados nos mais distantes pontos do planeta. Os Republicanos têm toda a razão em estarem preocupados, mas o colunista faz parte daquela turma obamística, da turma anti-americana, e assim escreve essas infantilidades carregadas de pedantismo. Ler articulistas é um exercício de masoquismo.

15 janeiro, 2012 às 20:14

Tags:

Categoria: Artigos

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

* Copy This Password *

* Type Or Paste Password Here *