A imigração legal e ilegal nos Estados Unidos ( “Deportem o Establishment Republicano” – artigo de Ann Coulter)

DEPORTEM O ‘ESTABLISHMENT’ REPUBLICANO

Em nenhuma questão a elite americana está tão dividida como em relação à imigração. Por décadas, a maioria dos americanos quer diminuir a imigração. Não somente a ilegal – mas qualquer tipo de imigração.

A quantidade de americanos que apóiam a redução da imigração é três vezes superior à daqueles que desejam que ela permaneça a mesma, de acordo com os números da Gallup. Um “enorme” total de cinco por cento da população quer aumentar a imigração legal – dez vezes menos do que aquela que apóia reduzi-la. Eu gostaria de deportar as pessoas responsáveis pela nossa atual política de imigração.

Nossa política oficial está para mandar embora cientistas para abrir espaço para camponeses paquistaneses analfabetos que vão largar o segundo grau para dirigir carrinhos de café até decidirem tramar um ataque terrorista contra os Estados Unidos. O garoto propaganda da imigração dessa semana é  Najibullah Zazi: .

O próprio meio-tio de Zazi disse a seu respeito: “Ele era uma criança emudecida, acreditem em mim”. Nossos oficiais da imigração disseram: BEM-VINDO, ZAZI !… Êpa, sinto muito cientistas suecos e engenheiros nucleares – não há espaço para vocês.

Em fevereiro, Zazi declarou-se culpado de uma trama para bombardear o metrô de Nova Iorque.

Um dos seus co-conspiradores, Zarein Ahmedzay, recebeu boas-vindas quando veio do Afeganistão para a America porque ele estava ansioso para fazer um trabalho que nenhum americano faz: dirigir um taxi. Onde é que vocês vão achar um americano com uma carteira de motorista?

Essa semana, um terceiro cúmplice, Adis Medunjanin, foi declarado culpado na conspiração do metrô. Medunjanin veio da Bósnia e se tornou um cidadão americano – um presente sem preço para o New York Times, que estava então, autorizado a começar o seu artigo sobre suas condenações: “Um cidadão americano foi condenado por uma série de acusações de terrorismo na terça-feira…”

Por isso, podemos agradecer ao falecido e lamentado Teddy Kennedy, que alterou nossas leis de imigração em 1965 para assegurar imigração maciça do terceiro mundo, enquanto limitava severamente o número de europeus que poderiam vir para cá.

E isto é imigração legal. Quando se trata de imigração ilegal, os americanos estão com uma raiva crepitante por causa da obtusa recusa dos políticos em tratar do problema. Os democratas olham para a imigração como um caminho para aumentar o número de votantes, e os republicanos olham a imigração como um meio de obter trabalho barato para grandes negócios. Qualquer americano que discorda do nosso fluxo de imigração único do terceiro mundo é chamado de “racista”.

É por isso que os democratas e o establishment republicano estão desesperados para falar com Mitt Romney para inverter suas posições sobre imigração. Ele está ao lado do que os americanos querem.

Num recente pensamento, Romney propõe que a gente garanta cidadania a pessoas que poderiam fazer da America um lugar melhor, repetidamente dizendo que ele gostaria de “grampear um green card” nos diplomas de estrangeiros que concluem seus PH.Ds em matemática ou em ciências exatas. Ele pode ser o primeiro político nacional em duas gerações a pensar que nos devíamos usar imigração legal para aumentar o nosso nível.

Seria como se a Universidade da Carolina do Norte recrutasse somente os melhores jogadores de basquete no condado, em vez de – só por uma questão de respeito – pegar jogadores de todos os níveis, e seus parentes. O que? Eles já fazem isso? Isso mesmo, Carolina!

Romney é também um dos poucos políticos que reconhecem o perigo de criar atrativos para mais estrangeiros ilegais atravessarem as fronteiras.

Durante os debates na primaria em setembro último, Romney disse simplesmente:

“É claro que a gente constrói uma cerca, e é claro que nos não damos créditos educativos para pessoas que vêm aqui ilegalmente. Isto só atrai pessoas para vir aqui e tirar vantagem da grande beneficência americana”. (Essas são as posições que ele tomou e impôs como governador de um dos mais liberais estados do país).

Eu acrescentaria que a pior coisa que poderíamos fazer é garantir cidadania para crianças ilegais criadas aqui pelos seus pais – como os vários ‘DREAM acts’ fazem. Que atrativo mais forte poderíamos inventar do que oferecer cidadania aos filhos de uma pessoa? (Os pais se tornarão então cidadãos, de qualquer forma, sob nossa falsa política de “reunificação familiar”).

Em vez de apresentar propostas, tais como o DREAM act, para dar benefícios a imigrantes ilegais, não poderíamos todos concordar que a primeira coisa que temos que fazer é selar as fronteiras? Se não, é como esfregar o chão antes de desligar a torneira da banheira.

Primeiro, feche a torneira; depois esfregue o chão.

E certamente, ninguém quer nenhum imigrante vindo aqui e imediatamente usufruindo da assistência social do governo. (Isto seria com se a Carolina do Norte recrutasse ativamente os cegos para seu time de basquetebol). Não poderíamos todos concordar em não dar aos imigrantes auxílios do governo?

Começando com estas duas políticas estaremos não apenas sendo lógicos, mas também forçando os Democratas a admitirem que não têm intenção de bloquear a fronteira. O seu mais caro desejo é que os imigrantes cheguem, tornem-se dependentes do governo e comecem a votar neles.

 

TRADUÇÃO: Célia Savietto Barbosa

 

 

4 maio, 2012 às 19:30

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Categoria: Artigos

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