Ann Coulter escreve sobre Osama, Clinton, Iraque, e a desastrada politica internacional de Obama

A CIA intensificou a busca por Osama bin Laden na semana passada depois de haver ficado enjoada com a cobertura do casamento real, como de resto todos nós.

As operações de inteligência americana localizaram Osama seguindo seus mensageiros de confiança, cujos nomes foram dados por membros da Al-Qaeda durante os severos interrogatórios  nos black sites (locais escuros feitos para interrogação) da CIA sob o mandato do Presidente Bush.

Sim, os mesmo interrogatórios infinitamente denunciados por todo o Partido Democrático (com a exceção de Joe Lieberman), pela grande mídia, e uma indignada Jane Mayer na revista The New Yorker.

O terrorista mais procurado do mundo estava vivendo em uma mansão mofada de milhões de dólares, em um condomínio fechado nos arredores de Islamabad. A CIA demorou cinco anos para descobrir o código de quatro dígitos para entrar.

Uma pista importante foi que Osama estava vivendo no endereço 72 Virgins Way (Caminho das Virgens, 72). Ele poderia estar vivo ainda hoje se não tivesse pegado emprestado do seu vizinho o lança-foguetes de ombros, o qual nunca devolveu.

Nosso poderoso Navy SEALS (marinha americana), não só colocou uma bala na cabeça de Osama, mas levou seus computadores, disquetes e discos rígidos. Até agora, tudo que essas evidências revelam, é que, Osama tinha múltiplos alugueis de filmes feitos pela Netflix, como  “O Suspeito”,”No Vale das Sombras”, “Fahrenheit 11 de Setembro”e “Simplesmente Amor”.

Você pode imaginar o que está nos discos rígidos de Osama? Quero dizer além da pornografia com cabras. As calças estão todas molhadas na instituição militar do Paquistão.    Nb : Excelente!

O New York Times relata que o ataque que matou Osama está sendo amargamente denunciado na televisão paquistanesa como uma violação da soberania daquele país. Osama, dizem nossos queridos aliados, não era um terrorista, bem como a Al-Qaeda nunca foi hostil ao Paquistão – ao contrário dos Estados Unidos, que eles chamam de “um inimigo do Paquistão e dos muçulmanos”.


(Além disso, os homens que gravavam os vídeos de Bin Laden estão, hoje, no escritório de desempregados de Islamabad. Obrigado, Barack).

O único país Islâmico que abertamente comemorou a nossa execução de Bin Laden foi o Iraque. Segundo relatos de dentro do país, as emissoras de TV tratam a invasão como uma vitoria para o Iraque . Eles vêem o assassinato de Bin Laden como um triunfo pessoal na guerra contra o terrorismo Islâmico.

Da mesma forma, quando houve uma explosão de violência através do mundo Islâmico em resposta`a algumas charges Dinamarquesas em 2006, adivinhem qual nação Islâmica demonstrou nada mais que uma alegria serena? Novamente: o nosso corajoso Iraque. (Ter os Mariners por perto tem esse efeito de acalmar).

É ótimo que pegamos o Bin Laden, mas se a última administração Democrática tivesse feito seu trabalho direitinho, não haveria tido Osama Bin Laden ou o 11/09 para começar.

Presidentes Democratas estão sempre muito ocupados fervorosamente redistribuindo riquezas em casa para dedicar atenção aos nossos interesses nacionais no exterior.

Obama é quem colherá os frutos da política de terrorismo da era Bush – políticas que ele, seus queridos Democratas e Jane Mayer condenaram na época – enquanto Reagan e Bush tiveram que lidar com as conseqüências da política iraniana de Carter e da política Bin Laden de Clinton.

Segundo Michael Scheuer, que foi encarregado da unidade Bin Laden da CIA por muitos anos, o presidente Clinton teve de 8 a 10 chances de matar ou capturar o Bin Laden, mas recusou-se a agir, apesar de Bin Laden ter publicamente declarado guerra contra os Estados Unidos e lançado vários ataques contra nós, matando centenas de Americanos.

(Se apenas uma dessas possibilidades tivesse se apresentado no dia do impeachment marcado de Clinton, em vez de Clinton bombardear o Iraque, ele poderia ter adiado seus problemas em casa e eliminado Bin Laden).

O diretor da CIA de Clinton, James Woolsey, nenhuma vez se encontrou com Clinton para uma reunião cara a cara. Isto se contrasta com Monica Lewinsky, que conseguiu uma dúzia de reuniões cara a cara – ou cara a alguma coisa – com o presidente.

Por isso Sandy Berger, o consultor de segurança nacional do Clinton, foi pego roubando documentos dos Arquivos Nacionais durante as audiências da comissão de 11/09. Foi por isso também que Clinton perdeu a compostura e forçou a ABC a cancelar o lançamento do DVD  “O Caminho para 11/09” – baseada nos relatos da comissão.

E Bush teve que lidar com a pressão (o relógio bomba) de Bin Laden que foi deixado por Bill Clinton, bem como todos os presidentes tiveram de lidar com a pressão ativada pela aceitação passiva de Carter sobre a questão da revolução Iraniana de 1979, dando aos lunaticos Islâmicos seu primeiro aliado.

Quais bombas-relogios estão sendo ativadas mundo afora por nosso atual presidente Democrata?

Seguindo o manual de estratégia Democrática, a abordagem geral de Obama à segurança nacional é a de inutilmente jogar nossa influencia e nossas forças armadas em vários cantos do mundo – na Líbia, no Egito, e no Afeganistão.- sem nenhum propósito evidente de segurança nacional.Nb: Ann Coulter erra ao incluir o Afeganistao. Ali tambem a luta diz respeito`a seguranca americana

Graças ao nosso presidente displicente, a maior parte do Oriente Médio está rapidamente se deteriorando em uma febre terrorista.

A Irmandade Muçulmana está emergindo como uma influência poderosa no Egito, Tunísia, Iêmen e Líbia. Enquanto isso, o movimento “democracia” na Síria aparenta estar chegando ao seu fim, com o Presidente Bashar AL-Assad mantendo o controle sobre o poder, depois de matar muitos de seu próprio povo para lembrá-los por que ele é o presidente.

Todos esses países estão se tornando piores do que eram antes. (Do lado positivo, Obama está pronto pra anunciar que os SEALS acabaram de encontrar Joe Biden.)

Mas o legado de Bush – O Iraque – ficará lá, sozinho, a única fonte de luz em um escuro oceano Islâmico. E a mídia irá expressar com carinho sobre o quão tranqüilizador é que agora temos um presidente “atencioso” na Casa Branca, em vez de um cowboy.

TRADUZIDO  por Andrea Borges

19 maio, 2011 às 00:08

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Categoria: Artigos

Comentários (2)

 

  1. Jonas disse:

    Agora estão evocando a ladainha da “herança maldita”… os conservadores deveriam reeleger o Obama para deixar as bombas-relógios estourarem na mão dele.

    • Claudio Mafra disse:

      Jonas, a racionalidade ( pensamento logico, matematico) eh rara em nossos dias. Obrigado pela intervencao.

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