“Aqueles que sempre culpam os Estados Unidos em primeiro lugar agora estão no poder”

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E nos chega a notícia de que sete ex-diretores da CIA enviaram uma carta para Obama pedindo que cesse a investigação que o liberal louco, Eric Holder, o US Atorney General, está movendo contra a agência. Vou repetir: sete homens da maior responsabilidade, que dirigiram a CIA em governos democratas e republicanos, acham que não se pode processar agentes secretos, desmoralizando a Inteligência americana e colocando seu pessoal em risco.

Os últimos tempos foram de insucessos para Obama: o plano de saúde fazendo água por todos os lados, ele ter sido chamado de mentiroso, a descoberta de que seu governo tinha um assessor comunista (Van Jones, que pediu demissão) a carta dos ex-diretores da CIA, e o escândalo na entidade que o apoia, a ACORN. Para se recuperar, ele fez um tour por todas as redes de TV americanas, aquelas que o adoram. Foi entrevistado pelos principais âncoras dos Estados Unidos, mas não quis ir na FOX, a única que lhe faz oposição.

Obama está  confuso, atordoado com o pedido do general McCrhystal de mais tropas para o Afeganistão.  Ora, não era a sua grande descoberta , a sua estratégia genial anunciada durante a campanha ? Tirar o foco do Iraque, e mandar as tropas para o Afeganistão ? Essa soberba decisão não foi festejada por toda a mídia ? Bem, ele cumpriu o prometido e  enviou 21 mil homens, mas parece que nem fez diferença. A situação piora a cada dia. O documento que recebeu do general McCrhystal é contundente. Só admite uma interpretação: Se resolver trazer os soldados para casa os talebans tomam facilmente o poder e vence o terrorismo (segundo Condoleezza Rice, nessa hipótese  haverá outro ataque aos Estados Unidos). Se continuar com o mesmo efetivo, aumentam as baixas americanas. A única chance de vitória, segundo o general, será enviar mais tropas, mais 45mil homens. Agora ficou dificil. O fantasma de um conflito sem definição é apavorante, e Obama não pode culpar Bush. Afinal, ele mesmo reconheceu que essa é a guerra “certa”. E as palavras do general estão lá: “Se mantiver o mesmo efetivo aumentam as baixas americanas”. E o pedido por mais tropas foi em agosto.

Por tudo que li,  ouvi, e vi,  não acredito que  aumentar o número de soldados resolva o problema. É melhor tentar algum diálogo com os talebans, deixar que as diversas etnias se engalfinhem, e ficar fora do país, bombardeando o que os satélites e os aviões fotografarem que seja reduto terrorista. Bombardear com nível mais baixo de restrição aos danos colaterais, infelizmente. Algumas pessoas comparam a Segunda Guerra Mundial, que durou cinco anos, com o Iraque, ou o Afeganistão, que já emplacaram mais tempo do que isso. É risível.  Não houve alvo seletivo na Alemanha. As cidades foram reduzidas a escombros. Chamava-se “bombardeio de saturação”. Se os Estados Unidos fizessem com Kabul, Kandahar, Marzar-e Sharif, Herat, e nas vilas das montanhas, o mesmo que em Hamburgo, Colônia, Dresden, essa guerra acabaria em um mês, sem a perda de nenhum soldado ou avião. Ao dizer que com os talebans no poder os Estados Unidos vão sofrer novos atentados,Condi Rice não contempla -e nem poderia -a hipótese do bombardeio total.

E nem vou falar no desastre que foi a posição de Obama no problema hondurenho. Ele criou toda uma situação calamitosa, aliando-se à Chávez, sem perceber.  Nada teria acontecido se o rei do teleprompter não houvesse condenado o governo Micheletti, baseando-se em antigas histórias de antigos golpes. A camarilha latino-americana nem acredita no presente que recebeu. E o tempo passa, e não existe nenhuma alma caridosa para pega-lo pelos ombros, sacudi-lo, e mostrar que está tudo errado, que sua ignorância monumental arrisca levar Honduras para uma guerra civil desejada por Ortega,Lula, Chávez, Morales, o energúmeno do Equador, e os intelectuais da Eurábia.

E o Lula tornou-se muito perigoso. Sente-se tão seguro que aos poucos vai mostrando sua verdadeira cara,aquela da qual tínhamos medo.Sua atrevida intervenção  em Honduras nos faz imaginar o que pode acontecer se a Dilma ganhar, e ele voltar em 2014. Já pensaram que poderemos ter um exército estilo Venezuela? Um exército petista? Para isso ele precisa: 1) comprar os armamentos que os militares desejam (o que está sendo feito)  2) dobrar os seus salários, 3) mudar os professores nas escolas que formam os oficiais. Fácil assim.

E enquanto Chávez chamou Bush de”demônio”, Qadafi diz, na ONU, que  “ficaria feliz se Obama fosse presidente dos Estados Unidos para sempre.” Será que isso tem algum significado ?

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26 setembro, 2009 às 19:38

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Categoria: Artigos

Comentários (2)

 

  1. celso disse:

    olha direita raivosa choramingando… kkk

  2. Alvaro Almeida disse:

    Depois do Nobel, só falta o Obama pedir perdão por Hiroshima.

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