Chavez com seu câncer e a medicina cubana, a floresta Amazônica torrando, e a antipatia ou amadorismo de Obama com relação à Israel

Quer dizer que Chavez acreditava que havia medicina em Cuba e entrou nessa fria de se operar de câncer no campo de concentração ? Mas logo de câncer ? Os carinhas de lá somente sabem aplicar vacina contra febre amarela ! Como é que um país miseravel, que não tem o que comer pode ter medicina, um negócio de ponta, coisa de país desenvolvido ?  Incrivel como até os cínicos, os mentirosos, os desqualificados esquerdistas enganam a si mesmos. Exatamente como os nossos amigos inteligentes, Chavez comprou a mentira universal da medicina cubana. Agora , quando deve ter dado tudo errado ( ótimo) ele vem para São Paulo. Eu preferiria que ele levasse um tiro na testa, dado por um sniper americano, mas qualquer coisa serve, desde que seu encontro com o companheiro Lúcifer seja antecipado. Chavez, assim como Mugawe, e alguns outros pouquíssimos ditadores, são únicos, insubstituíveis, e se morrem a situação em seus países se modifica para melhor rapidamente.

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E já sabemos que a destruição da Amazônia será 10,5% maior em 2012 do que no período 2009/2010, quando foram queimados 6.451 km quadrados de floresta. Diz o Estadão:  “ Em maio houve o desmate de 267,9 km quadrados. O aumento foi  de 144% comparado ao mesmo mês de 2010. Mas a situação foi ainda pior em março e abril- o desmate chegou a 480,3Km quadrados, só em Mato Grosso”. Agora vem a parte hilária : ” Com a explosão, o governo criou um gabinete de crise e intensificou a fiscalização”. Gente, quantas milhares de vezes já vimos a criação dessas comissões ? E será que ninguém descobriu até agora que 99,99 % dos fiscais são, e continuarão sendo (mesmo os novos fiscais), comprados pelos fazendeiros e madeireiros ?  Por que seriam eles diferentes das mais altas autoridades do país ?

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Em cima de um texto de Krauthammer:

Toda negociação árabe-israelense tem uma assimetria fundamental: Israel abre mão de suas terras, o que é tangível e os Árabes fazem promessas, que são efêmeras. A solução americana é antiga e consiste em encorajar Israel a assumir riscos pela paz, enquanto os Estados Unidos proporcionam um equilíbrio ao garantir apoio americano para segurança e necessidades diplomáticas israelenses.

É na base de tais promessas solenes que Israel comprometeu-se, por exemplo, com a retirada de Gaza. A fim de minimizar este risco, o presidente George W. Bush fez um compromisso escrito de que os EUA apoiavam Israel na absorção de grandes povoados e, em qualquer acordo de paz, iriam se opor à volta às fronteiras de 1967 e manteriam-se firmes contra o tal direito de retorno palestino para dentro de Israel

Obama se recusou a reconhecer essas promessas. Ele declarou que o conflito árabe-israelense deveria realmente ser resolvido através “das normas de 1967 com trocas de comum acordo.”

De fato, em setembro, os palestinos irão às Nações Unidas para que o mundo ratifique justamente isso – um estado Palestino com Israel voltando às fronteiras ridiculamente inseguras de antes de 1967. Sem trocas.

Observe como Obama tem minado a posição de negociação de Israel. Ele exige que Israel entre em negociações de paz já perdendo a sua reivindicação do território que ganhou na guerra de 67 – o que era sua única peça de barganha. Lembre-se: Antes de 67 Jerusalem era dividida. Assim, o ponto de partida das negociações será que o Muro Ocidental e até mesmo bairro judeu de Jerusalém serão palestinos. Israel já começa perdendo algo extraordinário.

A própria idéia de que o santuário mais sagrado do judaísmo é estranho, ou que o bairro judeu de Jerusalém é legitimamente, ou historicamente, ou demograficamente árabe, é um absurdo. E a idéia de que, a fim de retê-los, Israel terá que desistir de outras partes de si mesmo é uma farsa.

Obama não se limitou a apenas mover os postes das traves nas fronteiras. Ele também fez isso no chamado direito de retorno palestino. Inundar Israel com milhões de árabes iria destruir o único estado Judeu do mundo, criando um 23º estado árabe e um segundo estado palestino. Isso não é o que os Estados Unidos sempre entenderam quando falam em “Solução de dois estados”. 

No entanto, em seu discurso de Departamento de Estado, Obama recusou-se a reafirmar esta posição – e recusou-se novamente em um discurso supostamente corretivo três dias depois. Em vez disso, ele disse que Israel deve negociar o direito de retorno com os palestinos depois de ter dado cada centímetro de território. Negociar com o que, me diga, por favor?

Não importa. “O Status Quo é insustentável”, declarou Obama, “e Israel também precisa agir ousadamente para promover uma paz duradoura.”.

E Israel ‘também’? Exatamente quais medidas ousadas para a paz que os Palestinos tomaram? Israel fez uma oferta radicalmente conciliatória para estabelecer um Estado palestino: se retirou de Gaza e tentou retomar as negociações por mais de dois anos. Enquanto isso, os palestinos de Gaza disparam foguetes contra cidades e aldeias israelenses. E na Cisjordânia, o presidente palestino, Mahmoud Abbas recusou a oferta do então primeiro-ministro israelense Ehud Olmert, abandonou as negociações com Binyamin Netanyahu e agora desafia os Estados Unidos, ao não buscar negociações para a paz, mas sim, um Estado instantâneo – sem paz, sem reconhecer Israel – nas Nações Unidas.

E para mostrar esse desprezo por qualquer processo de paz, Abbas se compromete a aderir ao Hamas, que é abertamente genocida,  em um governo de unidade, que até mesmo o moleque Obama reconhece tornar as negociações impossíveis.

Qual foi a resposta de Obama a esta implacável intransigência palestina? Recompensá-la – ao abandonar as promessas de Bush que legitimava as fronteiras de 1967 e reafirmava a rejeição americana ao direito dos palestinos  retornarem e entupirem Israel, isto é, destruirem Israel por dentro.

A única pergunta que permanece é se essa política perversa e altamente autodestrutiva nasce da antipatia genuína em relação a Israel, ou da arrogância de um amador desajeitado que se recusa a ver que ele está prejudicando não só a paz, mas a própria possibilidade de negociações.

15 julho, 2011 às 21:26

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Categoria: Artigos

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