Depoimento inédito de Condoleezza Rice a respeito do Iraque e de sua briga com Dick Cheney – vídeo



 

BILL O’REILLY: Em  “Historia Pessoal” esta noite, a ex-Secretária de Estado e conselheira  presidencial Condoleezza Rice lança um novo livro chamado “No higher Honor: A Memoir of My Years in Washington”. Em prol do  lançamento, ela esta numa blitz da  mídia e o Iraque é uma questão freqüente.

 

 (Inicio do videoclipe)

 

RICE:  Precisamos encontrar uma forma de ajudar os  iraquianos a se sustentarem por um período e – lidar com seu, digamos, intruso  vizinho no Irã. Estou muito relutante em criticar as negociações das quais não participei  mas seria claramente melhor  ter uma  força residual.   (Fim  do videoclipe)

 

O’REILLY: Aqui  agora, está a Dra. Rice. Então, Dick Cheney não viria a esse programa. Ele não se  sentaria na cadeira na qual você esta sentada, mesmo que ele tivesse um livro.  E a razão pela qual ele não viria é porque ele sabia que eu ia perguntar sobre este  forte slogan. Passe o filme.

 

(Inicio do videoclipe)

 

DICK CHENEY, EX-PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS:  Eu  penso que as coisas ficaram tão mal dentro do Iraque, do ponto de vista do iraquianos,  que eu acredito que nos, de fato, seremos recebidos como libertadores. (Fim  do videoclipe)

 

O’REILLY: Mas não fomos. Isto te pegou de surpresa?

 

RICE: Que nos  não fomos saudados como libertadores?

 

O’REILLY: Sim.

 

RICE: Bem, eu sabia que os  iraquianos eram um povo irascível. Sabia que eles eram duros e que eles não  gostavam muito de intervenção estrangeira. Então, eu pensei que poderíamos ser  bem-vindos por alguns que tinham sofrido com Saddam Hussein, mas francamente eu  não esperava flores aos nossos pés, não.

 

O’REILLY: Ok. Mas  agora, aqui esta meu problema como um cidadão americano, não como o cara do  “The Factor”. Eu acreditava em Dick Cheney quando ele disse que e, eu  acreditava no Colin Powell também, quando ele disse das armas de destruição em  massa. E aí, eu fiz minha decisão editorial baseada no que esses dois homens  disseram e no que eu li no The New York Times, em todas as primeiras paginas  que confirmaram o que Colin Powell disse, que Saddam Hussein tinha armas de  destruição em massa.

 

Rice: Sim.

 

O’REILLY: Então, disse  a milhões de pessoas que vêem esse programa, que nos tínhamos que ir lá. E você  sabe, Cheney esta certo que, uma vez que derrubarmos Saddam, o Iraque vai  cooperar com a gente. Tentaremos levantar e fazer funcionar uma democracia. E  eu estava errado. Estava errado. E isto…

 

RICE: Bem…

 

O’REILLY:  … e isto deixa a gente mal não somente com  a audiência mas pessoalmente porque o Iraque não nos recebeu como libertadores  e você diz que teve algumas dúvidas. Eu nunca ouvi sobre essas dúvidas.

 

RICE:  Bem, não. Veja, alguns – alguns iraquianos nos agradeceram como seus libertadores.

 

O’REILLY: Não muitos.

 

RICE:  Bem, Bill, eles são um povo duro. Mas vamos  rever por que entramos no Iraque. Nos realmente pensamos, através dos  relatórios da inteligência que estávamos recebendo, os relatórios da inteligência que foram passados ao Congresso, que Saddam Hussein tinha reconstituído suas armas biológicas e químicas…

 

O’REILLY: Então você acreditou nisto…   tanto quanto  todo mundo?

 

RICE:

Absolutamente.

O’REILLY: Ok.

 

RICE: E Colin

Powell também, quando ele fez aquela apresentação.

O’REILLY:

Absolutamente. Ele acreditou nisso.

RICE:  Pensamos que poderíamos estar a menos de um  ano da construção de  uma bomba nuclear.  E lembre-se Bill, Saddam Hussein e armas de destruição em massa – de destruição  em massa, não foi uma proposição teórica. Ele tinha usado armas de destruição  em massa …

 

O’REILLY: Sem dúvida que ele tinha aquela coisa toda …

 

RICE: Absolutamente.

 

O’REILLY:  … isso podia ter liquidado qualquer lugar.

 

RICE: E ele já tinha usado essas armas antes.

 

O’REILLY: Certo.

Mas, no final, tudo era falso. Não era verdade.

RICE: No final,  ele não tinha estoques de armas de destruição em massa… em espera.

 

O’REILLY: Ele não tinha nenhum sistema de liberação,  afinal.

 

RICE: O que ele tinha era a capacidade, através de cientistas, através de uma infra-estrutura…

 

O’REILLY: Ok.

 

RICE: … e eu  estou realmente feliz hoje de não estarmos conversando sobre corrida  armamentista por uma bomba nuclear, entre o Irã de Armadinejad e o Iraque do Saddam Hussein.

 

O’REILLY: Ok. Mas o sangue e a riqueza  que nos gastamos – um trilhão de dólares e  todas  as pessoas que foram mortas e ficaram  mutiladas lá, me parece que não vale a pena, no sentido de que nosso exercito  atuou heroicamente, mas agora mesmo, o Iraque pode se aprofundar em um caos mais cedo do que no próximo ano… facilmente.

 

RICE: Saddam Hussein, no meio do Oriente Médio, era uma ameaça a segurança. Nos estivemos em  guerra contra ele varias vezes. Ele ainda esta atirando em nossas aeronaves todos os dias com resultado de 19 …

 

O’REILLY: Poderíamos, de qualquer forma, ter lidado com ele de forma diferente.

 

RICE: …não,  nos tentamos…

 

O’REILLY:  Nos poderíamos ter estrangulado ele.

 

RICE: Nos tentamos estrangulá-lo e ele estava fugindo daquelas restrições. Nos tentamos;  ele tentou assassinar George H. W. Bush. Nos tentamos estrangulá-lo; ele continuou a ameaçar o Kuwait. E então sim, eu desejei que estivéssemos certos  ou que as agencias de inteligência estivessem certas sobre o estado de seus programas de armas, mas o Oriente Médio sem Saddam Hussein é uma oportunidade de um mais democrático… o Oriente Médio é um lugar muito melhor.

 

O’REILLY:  Mas o que você vai dizer a …  O que você vai dizer aos pais e mães e maridos e esposas que – cujos entes queridos estão mortos ou mutilados se, à essa hora no ano que vem, o Iraque estiver em uma guerra civil, o que é absolutamente possível, porque o presidente Obama esta retirando todas as tropas americanas agora, e então,  temos  –  uma situação caótica de massa? O que você vai dizer a eles?

 

RICE:  Bem, Eu não – eu não vou lidar com hipóteses porque agora mesmo nos temos um Iraque que esta tentando construir…

 

O’REILLY:  Ele é  instável.

 

RICE: É instável, mas todas as democracias jovens são instáveis, Bill. Nós…

 

O’REILLY: Mas essa é uma guerra civil que nos… que aconteceu por lá.

 

RICE: Mas temos que…   temos um Iraque, Bill, que não está em – é contraposição para o iranianos por exemplo procurar por armas de

destruição em massa.

O’REILLY:  Não.

 

RICE: Temos um Iraque que deverá ser o nono maior comprador de equipamento militar americano no mundo, o quarto maior na região. Temos um Iraque que tem a chance de defender-se do Irã porque você sabe também, além disso…

 

O’REILLY: Tudo bem. Então, isto é o que você diria…

 

RICE: …você sabe tão bem quanto eu sei…

 

O’REILLY: …  mesmo se as coisas ficarem ruins…

 

RICE: …você sabe tão bem quanto eu sei…

 

O’REILLY: …nos demos a eles uma chance?

 

RICE: … você sabe tão bem quanto eu que os iraquianos odeiam os iranianos. E isto será uma boa proteção contra o poder iraniano, que é um verdadeiro… problema hoje.

 

O’REILLY: Embora você tenha essas   …  presenças xiitas que não odeiam Ahmadinejad…

 

RICE: Bem, vamos apenas ver dessa …

 

O’REILLY: … e os

mulás, e isto poderia  …   causar muito problema.

RICE:  …vamos apenas ver dessa maneira.

 

RICE:   Maliki passou seu exílio na Síria…

 

O’REILLY: Certo.

 

RICE: …porque ele odiava demais os iranianos.

 

O’REILLY: Você compreende ou reconhece – eu ainda não terminei de ler todo o seu livro…

 

RICE: Sim.

 

O’REILLY: … que o negocio do Iraque arruinou a presidência de Bush, que – aquele povo – o povo americano o hostilizou. De fato, quando Obama anunciou que ele esta dizendo – e eu não acho – não acho que ele teve alguma escolha, porque eles não indenizariam os soldados americanos de um processo lá e você não poderia deixar os soldados americanos lá se os iraquianos vão processá-los. E isto foi o ponto de virada, crucial. Mas você compreende por que a maioria das pessoas quer estar fora do Iraque; querem sair do Iraque e porque Bush ficou tão prejudicado…

 

RICE: Eu, certamente…

 

O’REILLY: … quando aquilo falhou?

 

RICE:  Eu certamente entendo por que os americanos querem que a guerra termine. Mas lembre-se, o presidente Bush foi reeleito, também, em 2004…

 

O’REILLY: Mas ele …

 

RICE:  … depois que a Guerra do Iraque…

 

O’REILLY: Certo.

 

RICE:  …tinha sido processada porque eu acho que o povo americano entende sim que quando há uma ameaça a segurança, você precisa lidar com isso. Agora, em relação à cláusula de imunidade, nos realmente manejamos negociar uma cláusula de imunidade com os iraquianos de forma que nossas forças…

 

O’REILLY: Mas eles não…

 

RICE: … pudessem ficar.

 

O’REILLY: … eles não dariam a Obama a mesma cláusula.

 

RICE: Bem, nós…

 

O’REILLY: Isto é o que ele disse.

 

RICE: …nos não – bem …

 

O’REILLY: Ele esta mentindo?

 

RICE: …tudo que eu sei é que – eu não tenho nenhuma idéia. Eu não estava nas negociações. Mas eu sei isto. Uma força residual seria preferível por todas …

 

O’REILLY: Sem dúvida…

 

RICE: … por todas as razões…

 

O’REILLY: …mas ele disse que não podia fazer isso.

 

RICE: … por todas as razões pelas quais nos precisávamos de …

 

O’REILLY: Certo.

 

RICE: … um Iraque que não seria o Iraque de Saddam Hussein, um Iraque que pode se defender do Irã, um Iraque que pode revidar …

 

O’REILLY: Sim.

 

RICE: …contra os terroristas da AL Qaeda. Mas eu vou te dizer uma coisa, e a conclusão é que eu estou muito, muito pesarosa por toda a vida que foi perdida. Não se pode deixar de …

 

O’REILLY: Sim, eu apenas…

 

RICE: … de ser parte disto.

 

O’REILLY: … se tivéssemos que entrar em uma maquina do tempo…

 

RICE: Mas eu também…

 

O’REILLY: … acho que deveríamos ter feito isso de outra forma.

 

RICE:  Mas também não estou pesarosa porque Saddam Hussein se foi.

 

O’REILLY: Não, nem eu.

 

RICE: E isto seria…

 

O’REILLY: Ninguém esta.

 

RICE: …e isto será…

 

O’REILLY: Nos ficamos livres do cara.

 

RICE: Bem, às vezes você só tem escolhas em relação a como você pode fazer alguma coisa.

 

O’REILLY: Tudo certo.

 

RICE: Saddam Hussein não sairia de outro jeito.

 

O’REILLY: Agora, queremos falar sobre Dick Cheney e Donald Rumsfeld e você, esta certo? Vocês logo estarão formando um grupo de rock e saindo pela estrada, então nos teremos mais sobre isto com a Dra. Rice.

 



 

O’REILLY: Continuando agora com a Dra. Condoleezza Rice, cujo novo livro se chama “No Higher Honor: A Memoir of My years in Washington”. Então o vice-presidente Cheney foi crítico com você sobre a controvérsia das armas de destruição em massa na Nigéria, África, tudo bem, a coisa do urânio.

RICE: Certo.

O’REILLY: E as pessoas se lembram que – que Saddam Hussein estava supostamente tentando comprar essas coisas e bla-bla-bla. E, de novo, não era verdade. Então Cheney escreve: “Ela” – você Dra. Rice – “veio ao meu gabinete, sentou-se na cadeira perto de mim e em lágrimas admitiu que eu estava certo. Desafortunadamente, o dano estava feito”.  Cheney referindo-se a uma diferença de opinião que vocês tinham, porque você disse, bem, nos não devíamos ter incluído isto no discurso do presidente quando ele estava se explicando ao povo americano.

RICE: É isto mesmo. Sim.

O’REILLY: Então, você estava chorando no gabinete do Cheney?

RICE: Não.

O’REILLY: Então ele inventou isto?

RICE: Não sei por que ele pensou que eu estava chorando. Talvez as lágrimas estivessem em seus olhos. Não.

O’REILLY: Isto nunca aconteceu?

RICE: Eu não estava chorando. Não.

O’REILLY: Então isso é uma hipérbole da parte do vice-presidente?

RICE: Não. Talvez seja uma hipérbole. Você sabe, eu chorei. Eu chorei quando eu vi soldados feridos. Chorei uns dois dias após o ‘11 de setembro’. Chorei quando eu estava sentada com as vítimas de estupro em Darfur, que tinham sido estupradas, algumas delas, pelos membros das forças de paz da ONU. Mas no gabinete do vice-presidente, por causa de uma noticia da imprensa, não.

O’REILLY: Ele não gostava de você porque você não concordava com ele em muitas coisas.

RICE: Certo.

O’REILLY: Coréia do Norte, lista de terroristas. Você os queria fora, ele não. Então, houve a controvérsia sobre o Sheikh Mohammed –

Khalid Sheikh Mohammed. Você queria o que, parar com o afogamento simulado àquele ponto?

RICE: Não, não, não. Eu apenas queria trazer Khalid Sheikh Mohammed para Guantanamo – fora das sombras …

O’REILLY: Sim.

RICE: … dizer ao povo americano que nos tínhamos o ‘cabeça’ do 11 de setembro. Os Estados Unidos não somem com as pessoas. Nos falamos onde elas estão.

O’REILLY: Mas ele não queria isto, porque ele queria fazer isso secretamente. Ele pensou que pegaria mais gente da Al Qaeda, de qualquer forma, certo?

RICE: Bem, Khalid Sheikh Mohammed estava muito para trás em seu valor limitado de informação do que nos disseram.

O’REILLY: Então, por que Cheney não fez isso, em sua opinião, quando vocês tiveram essa diferença de opinião  – e estou certo que você ouviu o ponto de vista dele.

RICE: Eu ouvi, é claro.

O’REILLY: Por que ele não queria uma exposição pública do que Mohammed tinha feito e para onde ele estava indo?

RICE: Eu não sei. Ele…

O’REILLY: Ele nunca te falou?

RICE: Bem, seu ponto de vista era que, uma vez que você se enveredasse por aquele caminho, você começaria a desvendar a operação  inteira. Nos ainda tínhamos algumas dessas pessoas que  precisávamos averiguar o nível de informação delas. Mas meu – meu ponto para ele, e o presidente no final concordou, é que nos não tínhamos feito nada que nos envergonhasse.

O’REILLY: Ok. Então, ele não queria nenhuma exposição do que os Estados Unidos estavam fazendo afinal?

RICE: Esta é a minha lembrança.

O’REILLY: Ok.

RICE: Sim. Certo.

O’REILLY: Tudo bem. Agora, ele é um cara duro, o Cheney. Ele é um cara rígido, tudo bem. E – e ele queria que a Coréia do Norte estivesse na lista de terroristas, você queria engajá-los, na esperança de eles – de que você pudesse trazê-los para algum  …

RICE: Não, eu …

O’REILLY:  um pouco de racionalidade, certo?

RICE: … eu queria – não, não. Racionalidade e Coréia do Norte não deveriam nunca estar na mesma sentença.

O’REILLY: Tudo bem.

RICE: O que eu queria era ter inspetores na região. Eu queria que os norte-coreanos começassem a desmantelar a sua capacidade nuclear para uma bomba de plutônio. E eu acreditava que nos iríamos aprender mais no local do que sentados em Washington, D.C.     … sem saber nada sobre o programa.

O’REILLY: Certo, então você…

O’REILLY: … outra discordância. Isso acontece …  o tempo todo.

RICE: É   –   é uma séria discordância.

O’REILLY: Ok.

RICE: E essas coisas acontecem o tempo todo. Não é nada pessoal, mas importante.

O’REILLY: Sim, mas foi pessoal no livro do Cheney e no de Rumsfeld.  Rumsfeld não te levou a serio. Ele disse que você era uma acadêmica, que você queria ter reuniões e tudo o mais. E aí, você disse que suas articulações com o Secretário de Defesa foram desastrosas. Então o que era o problema lá?

RICE: Bem, Don é um tipo de cara irascível, irritado. E eu acho que algumas vezes Don tinha problemas com o fato de que nos éramos colegas agora. Ele tinha sido meu mentor. Foi ele que encorajou a minha carreira. Mas, novamente, nos tínhamos discordâncias sérias, mas não pessoais.

O’REILLY: Mas você – você não acha que esses dois caras estavam um pouco aborrecidos porque você estava desafiando eles?

RICE: Bem…

O’REILLY:  Que você estava invadindo o território deles?

RICE: Oh, eu acho que, os dois, compreendiam que eu era uma consultora da Segurança Nacional. Eu tinha uma relação íntima com o presidente. Eu acho que algumas vezes Don pensou que eu estava colocando as palavras do presidente na – ou minhas palavras na boca do presidente. Isto não era absolutamente verdade.

O’REILLY: Então – então era isso – apenas uma – uma coisa de poder, como quem pode ter os ouvidos do presidente e eles pensavam que você era uma ameaça?

RICE: Bill, isto é Washington o tempo todo.

O’REILLY: Mas eu penso que é isso mesmo. Eu acho que …

RICE: É Washington o tempo todo.

O’REILLY: … ou  era.

RICE: E felizmente,  nos éramos capazes de fazer com que a coisa funcionasse na maioria das vezes. Eu tinha o meu trabalho a fazer. Quando eu me tornei Secretária de Estado, eu não era mais o agente honesto. Eu não estava mais coordenando eles. Eu podia ter meus pontos de vista conhecidos por todos. E eu acho que do ponto de vista do vice-presidente, ele não gostou que eu ganhasse a maioria daquelas argumentações. Mas eu ganhei.

O’REILLY: Não, eu – eu não posso imaginar que ele queria isto.

RICE: Certo.

O’REILLY: Agora, lendo seu livro, me parece que você esta contente de estar fora disso.

RICE: Estou. Muito bom estar de volta a…

O’REILLY: Mas você tinha um…

RICE: … à Universidade de Stanford. Estou lá faz 30 anos.

O’REILLY: Assistindo ao time de futebol chegar, talvez, ao campeonato nacional, certo?

RICE: Nos – nos estamos conseguindo isso …

O’REILLY: Você é uma grande fã de futebol.

RICE: Sou uma grande fã.

O’REILLY: Certo.

RICE: Estamos conseguindo isso passo a passo. Oregon Ducks e depois veremos.

O’REiLLY: O Oregon Ducks é forte.

RICE: Eles são fortes

O’REILLY: Ok.

RICE: Eles são fortes.

O’REILLY:  Tudo bem. É um livro fascinante, e eu gostei muito de sua vinda aqui, de ficar no meio do tiroteio. “No Higher Honor: A Memoir of My Years in Washington”. E sabe, eu acho que se o vice-presidente esta assistindo, e você deveria estar, você sabe, como uma ‘no-spin’  Dra. Rice aqui, e vir aqui e bater um papo. Não foi tão doloroso, foi?

RICE: Oh, foi ótimo, Bill. Sempre muito bom estar com você.

O’REILLY: Tudo bem. Obrigado, doutora.

RICE: Eu que agradeço. Obrigada

O’REILLY: Estimo muito isso.

TRADUÇÃO: CÉLIA SAVIETTO BARBOSA

12 novembro, 2011 às 01:09

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Categoria: Artigos

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