O editorial da Veja ; Gabriel Garcia Marques ; Um pouco de futebol; O primeiro crime de guerra (Milton Simon Pires); A ditadura do saber (Gal. Rômulo Bini Pereira); Tópicos

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PREZADOS AMIGOS LEITORES : só volto a escrever no início de junho.

 

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Poucas vezes eu li um editorial tão nojento como o da Veja : “As virtudes de Dilma“.  A peça toda é de uma falta de vergonha completa, um exemplo magnífico do momento que vivemos  Vejam alguns trechos :” Vale lembrar que no passado Lula teve a grandeza de não embarcar no movimento golpista pelo terceiro mandato”. O  que ??? Esse sujeito sem o menor sentido ético, um amoral por natureza tendo um momento de “grandeza” ??? Depois: Pelo que se conhece de sua biografia, dos princípios e do temperamento da presidente Dima Rousseff, ninguém é capaz de convencê-la a trilhar os maus caminhos“. Convencê-la a roubar seria a palavra mais apropriada. “Trilhar maus caminhos” ?  Coitadinha, tão inocente, tão meiga, e cercada de lobos-maus. “Trilhar maus caminhos” é demais. Olá colega, como é que vc. tem coragem de escrever assim ? Entre tantos defeitos que se enxergam em sua condução do governo e, em especial da política econômica, não está o da facilidade com os grupos historicamente acostumados a servir-se dos cofres públicos, Será que tudo isso é ironia e eu estou bancando o trouxa ?? Gente, mas essa dona só tem ladrões nos seus ministérios e está cercada justamente dos gatunos históricos desse pais de sem vergonhas. Essa retidão pessoal deveria fortalecê-la nos embates atuais.  Tristemente, ocorre o contrário. Dilma tem sido alvo de tramas dos companheiros de partidos e dos aliados muito mais por suas virtudes do que por seus defeitos. Estou quase chorando, a coitadinha encontra-se totalmente desamparada.  A sua “retidão moral” não a está ajudando em nada. Uma doce mulher perdida entre bandidos.

Editoriais não são assinados, e o autor geralmente só é conhecido pelo pessoal da sua redação, e por uns poucos nas redações dos outros jornais. Eu acho que sei quem escreveu e tenho pena dele. Ou faz assim ou perde o emprego. Deve ter ido vomitar após haver terminado essa peça vergonhosa.

 

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Gabriel Garcia Marques foi um gênio, abriu caminhos para a literatura mundial e influenciou alguns aspectos de nossa vida. Alguns de seus livros estão acima do que costumamos chamar de obras primas. É uma unânimidade. Criou expressões que circulam entre nós: “crônica de (uma morte) anunciada” ,  “Macondo”…  ”   ” (O general) “em seu labirinto,”   “Ninguém escreve ao ”  (coronel )   ” O outono do” (patriarca).

Inteligentíssimo e radicalmente comunista. Como isto é possivel ?  Esta é uma das teses exposta muitas e muitas vezes neste blog. As pessoas mais inteligentes do mundo -e geralmente as mais escolarizadas -são de esquerda. Trata-se da “inteligência sem lucidez”. Foram apanhadas pela lavagem cerebral da mesma forma que um estudantezinho do PT no curso secundário.É uma doença paralela ao câncer. Quase sempre é fatal. Se o quadro não é revertido perto dos 40 anos de idade a pessoa vai morrer querendo consertar o mundo através de uma ditadura do povo.

Quanto ao carater de G.Garcia Márquez nem é bom falar. Pensava que alcançara a verdade sendo comunista, e por haver salvo algumas pessoas de serem fuziladas por ser amigo do peito de Fidel, tinha carta branca no plano moral. Foi assim que seduziu a mulher do seu amigo Vargas Lhosa. Um comportamento canalha, que lhe valeu um bofetão seguido de um festival de porradas do marido enganado.

Guardadas as proporções, o comportamento moral de Garcia Márquez é como o dos vermes Zé Genóino e Dilma : já que estes foram guerrilheiro e sofreram por isto, já que continuaram a dar sua imensa contribuição para a ditadura do proletariado durante anos, acham mais do que justo roubarem o nosso dinheiro. Levar uma vida de bilionários antes que chegue a morte. Já fizeram sua parte e merecem uma recompensa. Podem crer, é assim que funciona. Uma ordem da Dilma para a Petros ou a Previ, e estas depositam 200 milhões de dólares em uma conta no exterior DA NOITE PARA O DIA.

 

 

 

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Jogo Atletico de Madrid  x Chelsea. Penalty contra o Chelsea. Quem vai cobrar é Diego Costa. Ele coloca a bola na marca e percebe que é um buraco inclinado. Com a sola das chuteiras tenta nivelar o terreno. Não dá certo. Tenta levar a bola um pouquinho a frente mas o juiz não permite. Diego mostra que a bola não para no lugar. Tenta coloca-la mais atrás e o juiz também não permite. Agora leva a bola para um lado, para o outro, e o árbitro diz que tem que ser encima do buraco. Diego fica nervosíssimo. Agora está usando as chuteiras para cortar o gramado na frente da marca penal, tentando abaixar o terreno.  O drama não termina e o jogador cada vez mais nervoso.

Nossos notáveis narradores acham que Diego está fazendo cera !!! Mas que burrice!  A hora de cobrar o penalty é o útimo momento em que um jogador pensaria em ganhar tempo. Ele precisa estar super concentrado, tem medo de errar. Fazer cera nem passa passa pela sua cabeça.  Eu achei que as chances de Diego errar haviam aumentado, tanto pela bola não estar boa para o chute, quanto pelo nervosismo da sua discussão com o juiz. 

Acontece o seguinte: O único lugar, em todo o campo, onde a bola precisa estar EXATAMENTE no lugar é na marca do penalty. É o que a regra diz. Por isso o juiz estava intransigente e provavemente nervoso por haver autorizado o jogo sem ter examinado o lugar – que atualmente deve ser função dos seus 40 bandeirinhas. Antigamente os bandeiras examinavam as redes e…..a marca do penalty.  Outra regra,  que também muitos narradores desconhecem, é que o juiz termina o jogo quando o tempo por ele determinado se acaba. Ele pode encerrar a partida  após a batida de um corner com a bola no alto. Não existe essa história de esperar o desfecho do lance.  Na Copa de 78, Nelinho bateu o corner, o juiz apitou com a bola no ar, e Zico fez o gol (invalidado) de cabeça. O único momento, em todo o jogo, em que o juiz espera a conclusão do lance é unicamente na batida do penalty. O jogador bate e ele apita encerrando a partida. 

Os narradores precisam saber que existem as regras, mas existem também as perguntas dirigidas e respondidas pela International Board da  FIFA. A resposta transforma-se em lei. Exemplo:  Pode um árbitro usar lentes de contato ? Resposta da FIFA e consequentemente lei: “NÃO. Curto e grosso.  Na época da pergunta só existiam as lentes duras, as softs ainda não estavam no mercado. As duras eram instaveis dentro do olho, e podiam inclusive cair no chão com um tranco forte no corpo ou algum movimento de cabeça muito rápido. Hoje tudo é diferente e elas quase não existem mais. A FIFA deve ter mudado a regra.

 

Vou responder duas questões que não são do conhecimento dos que gostam de futebol: Sabemos que um jogador expulso não pode ser substituido. MAS…existe uma situação em que a substituição é permitida. Quando ? Antes do jogo começar. O juiz viu um jogador cuspir no adversário na boca do tunel. E quando o jogo começa ? Não é no apito do juiz mas quando APÓS o apito o jogador toca na bola fazendo com que ela role sobre toda a sua circunferência.

O jogador batendo um lateral joga a bola pingando na área do adversário. A bola entra no gol sem tocar em ninguém . O que o juiz marca ? Corner.

Não tenho certeza absoluta de que ainda é assim para todas as questões que levantei, porque a respostas remontam à decada de 70. Mas esta última questão tenho certeza porque quase vi acontecer uns poucos anos atrás.

 

 

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O PRIMEIRO CRIME DE GUERRA

 

ESCRITO POR MILTON SIMON PIRES | 24 ABRIL 2014 ARTIGOS – GOVERNO DO PT

Inimigos continuam chegando ao país, mas dessa vez armados e com colaboração do nosso Congresso.

Em toda história da humanidade, em toda época e em qualquer tempo, jamais houve sociedade que deixasse de prever, por parte do seu ordenamento jurídico, o crime de “traição à Pátria”. Não nos interessa aqui o conceito de “Pátria”. Palavra tão batida, conceito tão vilipendiado, que perdeu já todo seu sentido. A noção que um brasileiro pode ter desse termo se confunde com a ideia de nacionalismo fanático, com a propaganda contra xenofobia e com a oposição ao regime militar – época em que ainda fazia algum sentido usá-la.

De todas as barbaridades que vem acontecendo no Brasil petista, de tudo que escandaliza e que choca, considerando-se os agentes cubanos disfarçados de médicos, a agenda gay nas escolas, a humilhação das religiões, ou a tragédia feita com as estatais, nada se compara àquilo que fez o deputado federal Ney Lopes (PMDB-RN), autor do PLC 276/02 que possibilita ao ministro da Defesa e aos chefes das Forças Armadas autorizar o trânsito e a permanência temporária de forças estrangeiras no país.

Sob o argumento de que “o objetivo da medida é diminuir a burocracia envolvendo a autorização para a entrada de tropas, navios e aviões militares no país, uma vez que é frequente sua passagem de pelo espaço territorial brasileiro”, Lopes conseguiu agilizar os trâmites que vão permitir a presença, por exemplo, de policiais de Moçambique no RJ durante os jogos da Copa do Mundo.

Não encontro palavras para descrever a sensação de estupefação que tive ao ler essa notícia quando publicada pela própria Agência Brasil. Vergonha é o único termo que me ocorre no momento para definir o que essa anomalia política, essa substância corrupta que, conforme a água, toma a forma de seu recipiente e que se chama PMDB, fez com a soberania da nação. Não há um só almirante, general ou brigadeiro honrado que, se esse adjetivo mereçam, possa nesse momento escapar da sensação de humilhação, do sentimento de vergonha e desmerecimento que a escória petista nesse momento impõe às Forças Armadas. Não bastou a essa ralé humilhar os médicos, bater nos professores, aparelhar a Polícia Federal e levar fome ao Exército. Esses marginais precisam mais: eles querem garantir a segurança durante a Copa com militares estrangeiros. Com o lixo socialista que agora vem de Moçambique para policiar cidadãos brasileiros.

Uma lição espero que seja tirada desse fato, mais um na enorme lista de barbaridades que o partido-religião vem fazendo com os brasileiros: o PT jamais teve, tem ou vai ter absolutamente qualquer forma de respeito ou consideração com a Constituição Federal. Não vou perder tempo escrevendo sobre o que diz a Carta Magna sobre o poder de polícia em território nacional nem tão pouco sobre o emprego das Forças Armadas no nosso país. Nada disso interessa a esse maldito partido que superou o General Figueiredo quando o mesmo afirmou que preferia o cheiro de cavalo ao cheiro do povo. Ele ao menos fazia diferença entre os dois. O PT, nem disso é capaz, mas sabe perfeitamente resguardar-se da crítica usando gente do PMDB para fazer o mais sujo de todos os trabalhos. Para cumprir a mais vil das tarefas – aquela em que se precisa trair a Pátria perante o mundo todo e trazer policiais de fora para fazerem cumprir nossas próprias leis.

Em tempo de guerra, e em guerra estamos todos contra essa organização criminosa que governa o Brasil, traição é crime a ser punido com a pena capital. Em outro lugar e em outra época, um parasita como Ney Lopes seria preso e sumariamente fuzilado por abrir as portas do território nacional às forças inimigas. Desgraçados dos brasileiros, sequer em guerra percebem que estão e ainda dispensam honras e prerrogativas de deputado a esse que preso deveria estar.

Graças a Deus já não integro mais força militar alguma. Já me basta a humilhação de ser médico num país cujo governo me considera – a mim e a meus colegas – como um ser sem “humanidade” suficiente para atender a nossos próprios pacientes. Chegou agora a vez dos policiais e das nossas Forças Armadas levarem suas respectivas cuspidas na cara com o PT trazendo bandidos de Moçambique para fazerem seu “trabalho sujo” durante a Copa. Inimigos continuam chegando ao país, mas dessa vez armados e com colaboração do nosso Congresso. Traição é o nome que isso merece!
No Brasil, o primeiro crime de guerra.

 

Dedicado ao amigo Rodrigo Simões Lemos Dias. Porto Alegre, 24 de abril de 2014.
Milton Simon Pires é médico.

 

 

 

 

 

 

 

A ditadura do saber

Os currículos das escolas militares

RÔMULO BINI PEREIRA*

 

Ao final do mês de março último, membros da Comissão Nacional da Verdade afirmaram que há imperiosa necessidade de serem reformulados os currículos das escolas militares, principalmente no que tange ao ensino da disciplina História do Brasil nos Colégios Militares. É “intolerável” para eles que a Revolução de 31 de Março seja ainda hoje enaltecida.

 

Esses membros poderiam pesquisar em outras fontes e, na mesma intensidade, escrever a respeito de ensinos de teorias radicais de esquerda nas escolas pertencentes à rede pública. Será que o Ministério da Educação deve também, como sugerem tais comissões, atuar nesses estabelecimentos de ensino público ou a atuação vale somente para as escolas militares? Que opção seria melhor para a História do Brasil? “Vaporizar” dos currículos das escolas militares a Revolução de 31 de Março ou debater democraticamente o fato histórico?

Eis alguns tópicos para a segunda opção. O Sistema Colégio Militar do Brasil (SCMB), constituído de 12 colégios, atualmente com 14 mil alunos matriculados, destaca-se pela excelência do seu ensino. Tais colégios herdaram de seus antecessores um legado que transcendeu gerações, principalmente em relação aos corpos docente e discente. Os resultados em exames divulgados nacionalmente comprovam a citada excelência, oriunda da solidez, profundidade e amplitude de seu ensino. Seus alunos se sobressaem muito bem em Olimpíadas Escolares e no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).

Os princípios e condutas que nós, os militares, continuamos a cultuar e cultivar, embora sejam tidos nestes tempos de permissividade como valores ultrapassados, evidenciam detalhes que não constam dos currículos, como a disciplina, o respeito ao professor, o culto à verdade, a observância de horários e planejamentos, a responsabilidade e a ausência de greves. São valores que nos norteiam por toda a vida.

Já faz muito tempo que recebemos em silêncio, uma carga enorme de notícias desfavoráveis e de inverdades a respeito do período dos governos militares. Entretanto, nossos familiares são as principais testemunhas dos nossos exemplos de sacrifício, de conduta honesta e de abnegação não somente para com a instituição, mas, sobretudo, para com o Brasil. Sabem que nós fomos envolvidos em uma luta fratricida _ que não desejávamos e não iniciamos _ com o objetivo único de evitar a instalação de uma ditadura comunista ou de uma “democracia” que até hoje as esquerdas não conseguiram definir. Sabem, também, que lutamos, tivemos nossos mortos e não nos beneficiamos de execráveis indenizações ou abjetas benesses, cujo exemplo maior está na concessão das famigeradas “bolsas-ditadura”. Sabem, ainda, que erros foram cometidos pelos dois lados e que só um deles é tido como vilão.

O segmento militar, com esta unidade de pensamento e com esta conduta, deixa surpreendidos e encabulados os intelectuais e ideólogos de esquerda. Em defesa desses louváveis resultados educacionais, não permitiremos que currículos escolares de nossas escolas militares sejam modificados unicamente para que caprichos ideológicos contrários à vocação democrática do nosso Exército sejam atendidos. Por isso, quando o assunto for currículos de escolas militares, seria muito bom que os entusiasmados membros da CNV não fossem além das sandálias, porque tal proposta abre caminho para a “ditadura do saber nas escolas!”.

*General-de-Exército da reserva

romulobini@uol.com.br

 

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Rio de Janeiro – Bondes



No vídeo, além do bonde, protagonista principal, podemos contemplar carros e os antigos lotações, um dos principais meios de transporte nos anos 50.

Como fundo musical, há 4 antigas joias , a saber:

1ª) Fita Amarela, de Noel Rosa, na voz de Aracy de Almeida;

2ª) Feitio de Oração, de Noel Rosa, com Francisco Alves e Castro Barbosa;

3ª) Conversa de Samba, de Denis Brian e Oswaldo Guilherme, na voz de Aracy de Almeida;

4ª) O Orvalho Vem Caindo, de Noel Rosa, ao que me parece na voz do próprio autor.

Um bom exercício de memória é tentar identificar os locais mostrados no vídeo. Alguns deles dispensam apresentação, como a Avenida Presidente Vargas com a Igreja da Candelária ao fundo, o prédio da Central do Brasil e os Arcos da Lapa. Tomando como referência a cronologia do vídeo, “reconheci” alguns dos pontos (os quais podem não estar corretos), a saber:

0:37 min – A amurada da Glória, na Av. Augusto Severo;

– 0:50 min – Av. Beira Mar, no Flamengo (obviamente, antes da criação do Aterro do Flamengo);

– 1:14 min – Av. Edison Passos, no Alto da Boa Vista;

1:39 min – A amurada da Glória, na Av. Augusto Severo;

1:53 min – Av. Lauro Sodré, em Botafogo, na direção do Túnel Novo, com destaque para a Paróquia de Santa Teresinha do Menino Jesus, ao lado do atual Rio Sul Shopping;

– 2:11min – Parece-me ser o contorno do Morro da Viúva, na Av. Rui Barbosa;

– 2:45 min – Av. Augusto Severo entre o Passeio Público e a Praça Paris;

– 2:56 min – Chegando à Cinelândia, na esquina da Rua Senador Dantas, com destaque para o antigo prédio do Hotel Serrador;

– 3:07 min – Av. Lauro Sodré, em Botafogo, próximo ao Túnel Novo, em direção a Copacabana;

– 3:15 min – Antiga Estr. Vicente de Carvalho (atual avenida de igual nome), próximo ao Largo de Vaz Lobo;

– 3:20 min – Bonde 97 – Madureira – Penha, em dia de Carnaval (percebe-se pelo cidadão vestido com um bolero). Quando garoto, morando em Madureira, muitas vezes moí vidro em seus trilhos para fazer cerol para a linha de pipas (pião, tremedeira, pipa modelo e arraia);

– 3:25 min – Bonde vindo pela Estr. Vicente de Carvalho, dobrando à esquerda na antiga Estr. Marechal Rangel (atual Av. Ministro Edgar Romero) no Largo de Vaz Lobo;

– 3:38 min – Largo da Glória (podemos vislumbrar o seu tradicional relógio, até hoje existente no local;

– 4:07 min – O famoso bonde 56 – Alegria que ligava a Praça Tiradentes à antiga Rua da Alegria, atual Rua Prefeito Olímpio de Melo.

Para melhor identificar os locais, sugiro que façam pausa na exibição do vídeo.

1 maio, 2014 às 14:42

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Categoria: Artigos

Comentários (2)

 

  1. Marco Balbi disse:

    Muito bom post! Vai fugir da Copa?

    • claudiomafra disse:

      Volto antes. Parece que o senhor não notou o meu altíssimo grau de excelência com respeito às regras da FIFA. Qual a razão de tamanha sapiência? abraço

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