O excelente livro ” O Capital Erótico” ; Charges americanas traduzidas ; Honra ao (de)mérito! ( Klauber Cristofen Pires)

O  Obamacare, plano de saúde que a maioria dos americanos rejeita, aumentou em 716 bilhões de dólares o déficit americano. Na charge, O Depto. de Justiça Americano, o policial, está fazendo o retrato falado de quem assaltou o banco “Medicare”. Ele logo desenhou um elefante, símbolo do Partido Republicano, e diz: Deixe-me adivinhar: O suspeito é cinza e tem orelhas grandes”  A velhinha, concorda , mas ela está se referindo a Obama, que também é cinza e orelhudo. Ele está fugindo com o dinheiro. A charge está se referindo ao comportamento do governo americano, que erra todo o tempo e lança a culpa sobre os  Republicanos. Obama, o amador,  perdeu a noção do ridículo e continua, em final de mandato, a culpar Bush por tudo de ruím que existe nos Estados Unidos.

 

 

 

 

 

 

 

 

Poucos dias atrás o presidente iraniano revelou que o Iran aperfeiçou grandemente a qualidade de seus mísseis.  ( É provavel que o Iran esteja se tornando mais forte a cada dia que passa, mas por tudo que já assistimos até agora, em todas as guerras com os árabes e persas, não será surpresa se no conflito entre Israel e Iran ( USA?) as armas iranianas se revelarem um fracasso). A charge mostra um equipamento tosco, quase medieval, e Ahmadinnejad gritando palavrões para os Estados Unidos e Israel.

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Obama está protegido por um enorme cachorro, a ímprensa americana, que é Liberal em sua imensa maioria, e o defende com unhas e dentes, agredindo e caluniando, o partido Republicano – ( um comportamento  de décadas e décadas, que com Obama se tornou mais forte).

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Os dois burrinhos, símbolos do Partido Democrata. Um diz para o outro: Os Republicanos querem nos arrastar para a idade da Pedra”. Enquanto isso o meteoro da recessão, responsabilidade de Obama, está a caminho.

Os Democratas- Liberais pensam ser inteligentíssimos, sofisticadíssimos, e a referência à Idade da Pedra mostra o desprezo que sentem pelos Republicanos, que no seu julgamento são idiotas, caipiras, ignorantes.

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A situação é clássica, e mostra Assad preso pelo próprio sangue que espalhou pela Síria. O chargista simplificou o problema. Assad é um assassino, um carrasco, mas os que estão se preparando para substituí-lo são ainda piores.  Outra coisa: Há muitos meses que o ditador está na defensiva, e os rebeldes,  “os bonzinhos”, também são acusados de cometer as “atrocidades” tão badaladas pela mídia mundial quando se trata de denunciar Bashar -al Assad .  Nesta história toda entra a frase famosa: “não existem mocinhos, só bandidos” . A verdade é que aqueles que desejam uma Síria democrática, os interessados em trabalhar na reconstrução de uma país destroçado por décadas de ditadura e uma guerra civil, são uma minoria ínfima, cartas fora do baralho.

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BELEZA É TUDO

O livro ” O Capital Erótico”, de Catherine Hakim, é uma crítica descontraída, mas séria, ao politicamente correto em uma das suas facetas menos conhecidas. O seu subtítulo é ” Pessoas atraentes são mais bem sucedidas. A ciência garante”. Trata-se daquele negócio ridiculo de se desvalorizar a beleza física de uma pessoa e exaltar sua “beleza interior”. Hipocrisia pura.  Ora, a vida nos mostra que aquele que nasce bonito já sai 500 metros na frente, EM TODOS OS RAMOS DE ATIVIDADE HUMANA. Esse é o tema do livro, muito bem documentado. Sem dúvida é desagradavel ler que o bebê bonito, a criança bonita, tem todas as chances de vir a ser MAIS INTELIGENTE dos que os feios, ou sem charme. Sim, ela é tão bem recebida no mundo, são tantos os sorrisos, os encorajamentos que recebe em sua infância, que se torna confiante na vida, e desenvolve mais rapidamente, e melhor, o seu cérebro. Muitos aspectos das enormes vantagens da beleza são descritos em ” O Capital Erótico”,  e nossa própria experiência pessoal ( se não formos de esquerda e fanáticos do políticamente correto) nos leva a concordar com a autora. Quem não se lembra de como éramos bem recebidos quando jovens, sorrisos para todos os lados, e agora, no outono da vida, quando chegamos em algum balcão, seja de cia. aérea, seja de uma loja, já não recebemos aqueles olhares de aprovação que eram tão gostosos ? Muitas vezes “gigolei” meu enteado extremamente boa-pinta, colocando-o para resolver o problema da enorme quantidade de malas que levávamos viajando por vários países. As moças morriam por ele, e ao invés de pagarmos uma fortuna ( ou talvez até sofrermos um impedimento total de transportá-las) , conseguíamos que tudo seguisse de graça.

Na orelha do livro um comentário da Harvard Business Review:  “Capital Erótico nos força a confrontar uma realidade que os departamentos de recursos humanos gostariam de ignorar”. Fico pensando se ainda é permitido colocar anúncio para se contratar secretárias, recepcionistas, usando a frase: ” Necessário boa aparência”. Provavelmente o politicamente correto proibiu, e o jornal deve se negar a publicar. Usei esse recurso várias vezes. Trabalhando no mercado, no open-market, lugar de extraordinária tensão, a beleza das mulheres nos ajudava a relaxar, a sorrir, a fantasiar. Elas eram indispensáveis, e sabiam disso.

Muito tempo atrás lí em algum lugar que a escolha da secretária poderia ser assim : Uma extremamente competente, feiosa, que deixaria você com tempo livre, ou uma linda, sexy, que faria com que os outros executivos vivessem arrumando desculpas para ficar em sua sala, trazendo prestígio e popularidade para você. O seu rendimento nem seria notado.

Aqui, no blog, publiquei  Novas fotos de mulheres gostosas da FOX NEWS e de conservadoras, precedidas de um comentário sobre o políticamente correto aplicado ao artigo”.( para ler clique em cima do título.) onde mostro em como o politicamente correto prejudicou a CNN e outras emissoras que insistiram em manter no ar as  apresentadoras e âncoras já envelhecidas.

 


 

HONRA AO (DE)MÉRITO!

Klauber  Cristofen Pires | 23 Agosto 2012

 

Nas nações  que decidiram enfrentar com sinceridade o desafio de progredirem, as faculdades  foram ocupadas pelos excelentes, e eles desenvolveram tecnologia e melhorias de  gestão que criaram empregos de maior valor agregado para os seus compatriotas  menos preparados.

Findas  as olimpíadas, os brasileiros estão a resmungar nos botecos, entre goles de  chopp e mordiscadas em chochas batatas fritas, sobre o presumivelmente eterno  fiasco dos nossos atletas. Quanta incoerência! Para tudo o mais, se um título  justo merecemos, é o de honra ao demérito, por prestigiarmos a  anticompetitividade a todo custo!

Abaixo a  competição! Abaixo a concorrência! Jamais os brasileiros têm aplaudido tanto a  incompetência quanto nos dias atuais: são as cotas para negros e para alunos da  rede pública; as cotas de emprego para deficientes (e, em breve, também para  negros e egressos do sistema público de ensino); o bizarro e mundialmente único  projeto de emenda constitucional para garantir reserva de mercado a jornalistas  diplomados; as ordens profissionais, inclusive a OAB (esta já havia garantido  seu lugar no texto original da Constituição) e os conselhos de classe; as cotas  para mulheres na política; a legislação trabalhista que garante empregos a  determinadas profissões; o transporte coletivo, em todas as suas modalidades; a  produção e refino de petróleo; os privilégios para micro e pequenas empresas  vencerem licitações públicas; as leis municipais que proíbem instalação de  grandes supermercados em bairros para garantir a sobrevida das antigas casas de  secos e molhados; e por aí vamos, sem solução de  continuidade…

Chegamos  até mesmo ao cúmulo de erigir um peculiar status de super-órgão a uma entidade,  o Cade, que a pretexto justamente de defender a concorrência, existe, sim, é  para defender a permanência dos concorrentes (às custas, especialmente, dos  consumidores).

Pode-se  afirmar que no Brasil de hoje não haja brasileiro que não se valha de pelo menos  um grupo de pressão a associar-se ao estado para lograr privilégios para si às  custas dos seus compatriotas. Não, tais pessoas simplesmente não existem. Se  alguns se arrostam à audácia de colocar a cabeça acima da linha d’água, serão  implacavelmente perseguidos pelo aparato monopolístico de repressão e coerção  conhecido como estado.

Eis como  exemplos as famílias que têm lutado para educar seus filhos em casa, caçadas  furiosamente pelos burocratas do Ministério da Educação; eis os donos de vans,  tratados todos os dias como “Genis” do transporte público, para que o monopólio  das linhas de ônibus regulares prossiga em paz com a sua ineficiência; eis os  pobres cidadãos que disponibilizaram seus roteadores de internet aos vizinhos,  impiedosamente punidos pela Anatel com pesadas multas; eis os cidadãos que ousam  se defender dos bandidos e meliantes com qualquer troço enferrujado a que se dê  o nome de arma de fogo! Parou? Isto não é nem o começo!

O grande  problema da concessão dos privilégios é que a política fidalguista – chamemo-na  assim – por definição, é inerentemente excludente, já que a soma de todos os  privilégios, se fossem todos cumpríveis, ultrapassaria 100% da cota de direito  que naturalmente seria atribuída a cada um. Desta forma, ou as medidas  governamentais por ela inspirada anulam-se mutualmente, porque A obtém  benefícios extravagantes em detrimento de B e vice-versa, ou necessariamente  haverão de produzir os descontentamentos para quem somente sobrou o fardo a  carregar.

O Brasil é  uma sociedade de trincheiras, estas representadas por cotas, monopólios,  reservas legais, atribuições exclusivas e que tais. Quanto pior, melhor. Quanto  mais imbecil, ineficaz, ineficiente, negligente e imperito, tanto mais  capacitado a ocupar posições de relevo em cargos de direção de repartições  públicas, empresas estatais e empresas privadas oligopolizadas pelo regime  nazista vigente.

O Jornal  Nacional do dia 16 último levou ao ar uma reportagem retratando que a maioria  absoluta das grandes empresas está “investindo” em cursos de capacitação para  que seus profissionais possam ao menos adquirir a capacidade de realizar as  tarefas mais básicas com algum nível mínimo e aceitável de desempenho.  Investindo? Uma ova! Estão é tendo de arcar com despesas para prover os seus  empregados com que o sistema estatal de ensino deixou de fazer, no que pese a  colossalíssima estrutura do ministério da educação e das secretarias de educação  estaduais e municipais, com todas as suas diretrizes, filosofias e demais  mugangas. E os empregos de maior nível, estes estão vagos ou sendo preenchidos  por estrangeiros.

Está aí a  prova cabal, no melhor estilo brazuca de promoção, isto é, “pague 2, leve 1”, de  que no final é a educação livre o que conta, e que os diplomas que certificam os  longos e fatídicos anos perdidos em claustrofóbicas salas de aula não servem de  nada aos estudantes.

Nas nações  que decidiram enfrentar com sinceridade o desafio de progredirem, as faculdades  foram ocupadas pelos excelentes, e eles desenvolveram tecnologia e melhorias de  gestão que criaram empregos de maior valor agregado para os seus compatriotas  menos preparados. Bom, é para isto mesmo que existem tais instituições. É uma  peculiaridade que no Brasil, sirvam, se tanto, como uma espécie de título  nobiliárquico ou ainda menos, como um comprimido para a depressão provocada pela  falta de estima pessoal, estimulada que foi pela cultura coitadista das  esquerdas.

27 agosto, 2012 às 01:12

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Categoria: Artigos

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