O segundo debate e as mentiras da imprensa; Estão tentando impor o apartheid no Brasil (Paulo Saab)

nota do blog:  Obama é sempre convidado para programas de famosos comediantes americanos. Satisfação mútua. Vejam como eles se adoram. Os luminares liberais contra o obscurantismo conservador. 

e… Ann Coulter, a autora deste artigo. 

 

Obama na Universidade de Hofstra: relativamente atento, sendo assim foi o grande vencedor ( Ann Coulter)

 

A melhor pergunta no segundo debate presidencial veio de Michael Jones, um afro-americano  que disse: “Sr. presidente, eu votei no senhor em 2008. O que o senhor fez ou conquistou até agora para ganhar meu voto em 2012? Eu não estou tão otimista como estava em 2008. Muitas coisas necessárias no meu dia-a-dia estão muito mais caras”. nota do blog: reparem no “afro-americano” que Ann usou. É isso ou está ferrada! Somos escravos do politicamente correto.

Obama respondeu: Você é meu meio-irmão?

Na realidade, tudo que Obama pode dizer é que ele tinha terminado com a guerra no Iraque (enquanto intensificava a guerra no Afeganistão) e que Osama bin Laden estava morto ( e morto também está o seu embaixador). Essas duas justificativas devem trazer muito consolo ao Sr. Jones enquanto ele tenta pagar suas contas todo mês.

Jones estava certo: desde que Obama se tornou presidente, tudo que você tem –sua casa, pensão, poupanças, salários –tudo esta valendo menos.

Enquanto isso, tudo que você precisa –gás, comida, e qualquer coisa que precisa de combustível para ser levada até você – esta custando mais.

Obama não pode fugir de seus resultados. Foi como Romney disse, respondendo a alegação do presidente de que ele está entusiasmado em perfurar e encontrar petróleo e então abaixar o preço dos combustíveis: “Mas não é isto que você fez nos últimos quatro anos. Este é o problema.”

Obama também anunciou de repente: “Eu sou completamente a favor dos gasodutos e da produção de combustível.” Mas ele vetou o gasoduto de Keystone.

Ele explicou que o preço da gasolina era um dólar e oitenta centavos quando ele se elegeu porque a economia estava em péssimas condições. Aparentemente, os preços subiram para mais de quatro dólares o galão porque todos os americanos voltaram a trabalhar agora e a ganhar muito dinheiro!
Obama disse que a “coisa mais importante que podemos fazer é garantir a criação de empregos nesse país.”
Então ele vai criar empregos agora? Porque, em quase quatro anos na presidência, 23 milhões de americanos estão sem trabalho e mais da metade dos recém-saídos das universidades não encontram trabalho.
Ele afirmou que acredita que devíamos gratificar a “autoconfiança”, a “iniciativa individual” e “os que correm riscos.” Mas alguns meses atrás, ele ridicularizou esses caras autoconfiantes que assumem riscos, que eles eram “assim tão espertos”, e zombando ao dizer: “Se vocês conseguiram um negócio, vocês não construíram ele. Alguém fez isso por vocês.”

Obama disse que temos que “agir com seriedade para reduzir o déficit”,sendo esta tarefa “uma obrigação moral para a próxima geração.” Mas ele aumentou o déficit em cinco trilhões em quatro anos – mais do que o presidente Bush fez nos seus oito anos.

Ele também disse que apoiou cortes nos impostos corporativos. Mas somente em anos impares que não começam com “dois”.

A imprensa vai mentir e dizer que Obama ganhou o debate – ele estancou o sangramento, ele esta atraindo multidões, o dinamismo esta de volta! Mas é como Romney disse, em resposta a muitas das promessas de Obama na noite de terça-feira, “Não acho que o povo americano vai acreditar nisto.”

A situação esta aí e os eleitores de Obama o estão abandonando em massa. O povo esta vendo que Obama esta tendo que ir a universidades, ao David Letterman show e ao “The Daily Show” para conseguir uma audiência mais amistosa agora. Até a Lindsay Lohan apoia Romney.

A campanha da mídia a favor de Obama não esta enganando os americanos; esta apenas fazendo com que a sua estupidez fique pior. Se você esta perdendo no primeiro tempo do jogo, você não vai até a torcida organizada para perguntar o que você esta fazendo de errado.

Absolutamente nada! Você é perfeito! Não mude nada!      Mas nos estamos sete pontos atrás…   Você é demais! Você é o melhor time que já existiu!

Com Obama incapaz de competir numa luta justa, a mediadora do debate Candy Crowley teve que virar um copiloto de Obama, fazendo apartes no debate, declarando Obama o vencedor  quando perguntaram se ele considerou o ataque em Banghazi um ataque terrorista, no dia seguinte. Somente após o debate, quando todo mundo já tinha ido embora, é que Crowley admitiu que Romney estava certo em relação a Líbia.

(Obama chamou o atentado em Benghazi de um “ataque terrorista” no seu discurso no Rose Garden, e ele também disse que as vítimas daquele ataque foram enterradas nos “campos sagrados do cemitério de Arlington” e que ele os visitou em Walter Reed* – e outros comentários neste discurso não especificamente se referindo ao ataque em Benghazi.)

* Centro médico do exercito dos Estados Unidos em Washington.

Crowley interrompeu Romney quando ele mencionou ‘Velozes e furiosos’alegando que isso não tinha nada a ver com armas. Ela não fez uma única pergunta sobre o Obamacare – essa monstruosidade completamente abominável que alimentou a vitoria eleitoral republicana de 2010 e continua a ser um espinho no pé dos americanos.

De acordo com o The Washington Times, na sala da imprensa os jornalistas encorajaram a argumentação barata de que Romney é rico. Mas quem concorreu a presidência pelos democratas antes de Obama? O homem mais rico do senado dos Estados Unidos, John Kerry. Mas os liberais acham que Kerry fez fortuna de forma mais honesta do que construindo negócios e criando empregos. Não. Ele se casou com uma mulher rica.

Para toda essa torcida da imprensa, milhões de americanos ainda sabem que estão sem trabalho. Como Michael Jones advertiu, eles sabem que tudo esta mais caro, inclusive mediadores imparciais

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ESTÃO TENTANDO IMPOR O APARTHEID NO BRASIL – Paulo Saab

 

Que o PT e outros partidos sempre apostaram na divisão de classes para formatar seus espaços na vida nacional, todos sabemos. Mas agora, confesso, estou de fato preocupado com o rumo que o Brasil está tomando.

Não falo da disputa eleitoral em São Paulo, em si, onde o PT joga tudo o que pode para conquistar o poder. Mas, ao ouvir da boca do candidato Fernando Haddad a palavra “apartheid”, acenderam-se todas as minhas luzes vermelhas, no sentido de que o propósito petista é de fato dividir a sociedade brasileira. Dividir para conquistar e governar.

Lula foi mestre nisso em seus dois períodos de governo, jogando as classes sociais umas contra as outras. Criaram-se bolsas, programaram-se cotas para negros e, de repente, como se fosse do nada, quando se pode esperar que seja fato urdido no sentido de provocar algo que nunca houve no País – o chamado “apartheid” – o governo fala em criar cotas para negros nos serviços públicos federais.

Outro dia a jornalista Glória Maria, da Rede Globo , disse que estava, com essa ideia, se sentindo trinta anos atrás, numa situação retrógrada que a levava à África do Sul, quando lá, sim, havia “apartheid”.

Sou absolutamente a favor da igualdade entre todos, sem distinção de raça, sexo, religião, cor, como determina a Constituição brasileira.

O Brasil –seria hipocrisia negar – tem preconceitos velados, que vinham diminuindo na medida em que as novas gerações, no processo de miscigenação e de educação, começaram a se integrar e a entender o País de uma forma mais plural.

Mas, jamais, nunca, em tempo algum, eu, que milito na imprensa política brasileira há 40 anos, ouvi, no nosso cotidiano, a palavra “apartheid” como algo presente na vida nacional.

É muita coincidência que na mesma semana em que o governo Dilma anuncia sua intenção de criar cotas para servidores negros, na mesma semana em que sai publicada oficialmente a regulamentação de cotas para raças nas universidades brasileiras, o candidato Fernando Haddad, na abertura da campanha do segundo turno em São Paulo, venha dizer que precisamos acabar com o “apartheid” social. Parece que o governo do PT trabalha justamente para que este aqui se instale.

Seria o correto, o ideal, que o poder público promovesse a interação plena, oferecendo condições iguais para todos e promovesse ainda a oportunidade para todos – sem riscar o chão do País, chamando pobre para um lado, rico para o outro, negros e índios para lá, brancos para cá… Daqui a pouco seremos separados em ônibus, restaurantes, cinemas, num retrocesso histórico e humano que mais uma vez, em nome de promover o bem, incentiva o mal.

Sei que as patrulhas de má-fé estão atentas para desconstruir quem não apoia suas teses que, em nome de igualdade, são opressivas, autoritárias e fogem da vocação brasileira da igualdade de direito para todos.

Minha origem de neto de imigrantes, filho de trabalhador, a vida toda construída pela educação e pelo trabalho (e em que algumas vezes essa descendência foi provocada pelo chamamento de “turco” e outra bobagens), como brasileiro que ama e trabalha com denodo, voluntariamente, a favor da educação e da cidadania em 25 estados do Brasil, me sinto autorizado a dizer alto e bom som, e assinar como sempre faço: “Alô Brasil, o ‘apartheid’ como forma de dominação e de perpetuação no poder está sendo arquitetado nos porões do governo”.

Se a dominação “social” da mídia não está prosperando – devem pensar os “cérebros” das ideias retrógradas e nefastas – vamos dividir as classes sociais, as raças, os credos, os sexos, e dominar pela cizânia, algo que jamais passou perto do território nacional.

As eleições são mero detalhe. Até porque não existirão mais, se um dia aqueles que ainda buscam impor ao Brasil o falecido sistema da ditadura do proletariado conseguirem seu intento.

O Brasil precisa investir na formação de sua população de forma igualitária, com educação de nível para todos, com oportunidades de trabalho iguais, com tratamento isonômico para cada brasileiro.

Resgatar dívida histórica é o nome da falácia sob a qual se escondem os que conspiram contra a construção de um Brasil justo, igual para todos. Incompetentes que são para desenvolver de verdade um País, ou corruptos que sugam os recursos nacionais, eles urdem sua dominação eterna, onde só o desencontro “social” pode propiciar os meios para tal.

“Apartheid” no Brasil, nunca!

Artigo publicado originalmente no Diário do Comércio.

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20 outubro, 2012 às 11:11

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Categoria: Artigos

Comentários (2)

 

  1. Marco Balbi disse:

    Ótimo post!

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