Obama é o responsável pela queda do avião na Ucrânia; Krauthammer (W. Post) e a luta em Gaza; Os comunas na Granja do Torto; Charges

 

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NINGUÉM ainda disse, mas Obama é o responsável pela morte das 298 pessoas no avião abatido pelos rebeldes ucranianos. Se ele, como seria de se esperar de um presidente americano , tivesse falado grosso com Putin logo no início da crise na Ucrânia, uma conversa do tipo mexeu com a Ucrânia mexeu com os Estados Unidos, se tivesse enviado o seu Secretário de Defesa para Kiev com o fim de providenciar (“vender”) as armas necessárias para a defesa daquele país, se tivesse deslocado porta-aviões para o mar Negro, nada disso teria acontecido. Obama é tão medroso que até os american liberals estão espantados. Muitos Democratas só o defendem por motivos políticos: eles  correm o risco de perder a maioria no Senado nas eleições de novembro. Alguns estão até procurando se descolar dele. Sua rejeição continua subindo nas pesquisas.

O blog publicou inúmeros cartoons de alta qualidade que ilustram maravilhosamente o seu comportamento na crise ucraniana. 

Por último, um fenômeno que não é comum. A covardia de Obama está escondida numa imagem que sugere energia, determinação, e destemor. Quem assiste a um dos seus discursos prestando atenção apenas na sua voz e body language pensa estar diante de um verdadeiro homem. É um ator formidável. Provavelmente disfarça para si mesmo seu medo e despreparo para o jogo da política externa, entregando-se com fúria aos assuntos internos. Porta-se de maneira ditatorial, arrogante, e é constantemente desenhado como um rei, um imperador, desprezando e transgredindo regras que tornaram famosa a democracia nos Estados Unidos.  Deve ter ficado muito abalado quando percebeu que  nem de longe  é superior a vários ex-presidentes que, evidentemente, sempre desprezou. Após a presidência não será nenhuma surpresa se vier a tornar-se um caso psiquiátrico.    

 

 

 

Political Cartoons by Michael Ramirez

 

 

 

 

 

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Vejam abaixo: A comparação é perfeita: Reagan usa o chapéu porque faz parte de sua personalidade, ele realmente é capaz de “ride a horse”. Obama usa o chapeu porque fica bonito. São duas personalidades opostas: Reagan derrotou a URSS pela força, usou a supremacia americana, amedrontou os russos, disse que não aceitava o empate porque havia uma supremacia moral dos Estados Unidos. Obama, pelo contrário, aceita a versão esquerdista  de que os americanos são os responsáveis por muitos dos mais graves problemas mundiais. Exatamente por isto nos primeiros 6 meses de seu primeiro mandato percorreu o planeta pedindo desculpas pelo comportamento de seu país. Stalin, o realista supremo, sequer imaginou que um dia o próprio presidente americano seria um idiota útil, um homem vitima da propaganda – lavagem cerebral –  soviética. Primeiro aconteceu com o debiloide Jimmy Carter, e agora com o muito mais perigoso, Obama. A ingenuidade deste, aliada à uma egolatria descomunal, fêz com que imaginasse ser capaz de acabar com a impopularidade americana ao redor do mundo. Pensava até em fazer baixar o nivel dos mares – durante seu mandato!-  executando uma política ambiental apropriada. Obama é o liberalismo americano exponenciado até à loucura. Prefere mil vezes a retirada do que o ataque. Teme repetir o que ele considera “os erros” de  outros presidentes. Acha imoral os USA apoiarem ditadores, mesmo que a alternativa seja a de terroristas no poder. Por isso condenou o golpe militar no Egito. E como punir os agentes do terror se ele os considera vítimas do passado “imperialista” do seu país e de outros países ocidentais ?  –,-,–,—-,-,–,-,–,–,–,-,-,-,-,-,-,-,-,-,-,-,-,-,-,–,–,-,-,-,-,-,-,-,-,-,-,-,-,,-,-,-,-,-,-,—,-,-,-,-,-,-A história é longa. Obama é o perfeito produto dos nossos tempos: o relativismo, o politicamente correto, o desmantelamento sistemático dos valores ocidentais. Simplificando: Trata-se de um imbecil no comando do único país que pode nos defender de um monte de desgraças que temos pela frente se os rumos continuarem os mesmos que ele insiste em imprimir contra todo o bom senso. Tem tanto medo do enfrentamento que ainda não percebeu que justamente por causa disso cada vez mais provoca situações nas quais é necessário que mostre disposição de usar a força. Putin jamais poria as patas na Ucrânia se Obama tivesse mostrado firmeza em situações anteriores. A sua fraqueza encoraja atitudes ousadas de neutros e inimigos. É uma bola de neve. Ele foi, e é tão fraco, que está conseguindo criar uma nova Guerra Fria. Em quase 6 anos de presidência só aprendeu que nada é tão fácil quanto imaginava.Um país monstruosamente forte, hoje parece sombra do que foi. Trata-se de um enorme engano, porque basta um republicano assumir a presidência para a água tornar-se vinho. Mesmo com Hillary Mentirosa Clinton ganhando em 2016, nada será parecido com a vergonha da administração de Obambi. Mesmo ela, uma coisa horrorosa, não vai humilhar os Estados Unidos da maneira que estamos vendo hoje. De qualquer maneira, os dois, os liberais em geral, querem construir um estado fascista, um estado que sabe o que é bom para os americanos, negando a eles o direito de escolha. São totalitários por natureza, embora não saibam disso. Parte do que está acontecendo de vandalismo e desrespeito às leis no Brasil, e no resto do mundo, é reflexo imediato da política de Obambi como presidente da nação que indiretamente dita as regras no planeta. Um exemplo corriqueiro entre nós é que até os nomes em inglês estão sendo adaptados por bandidos e arruaceiros, tratados com complacência pelas autoridades responsáveis pela lei e ordem.   
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Political Cartoons by Michael Ramirez

 

 

 

 

 

 

Political Cartoons by Steve Breen

 

 

 

 

 

 

Political Cartoons by Dana Summers

 

 

 

 

 

Political Cartoons by Lisa Benson

 

 

 

 

 

 

Political Cartoons by Bob Gorrell

 

 

 

 

E a intragável e hipócrita CNN deu um chute no politicamente correto e tirou do ar aquelas âncoras e repórteres que envelheceram. Agora só temos beldades.  Um visual parecido com o da  FOX NEWS e suas gostosas – que estão em vários posts neste blog .

É muito chato a gente haver perdido a FOX NEWS, primeiro na Sky e depois na Net. No plano internacional ficamos condenados a só ouvir mentiras.  Terá sido alguma ordem do governo petista, ou estou entrando em teoria de conspiração ? Quem sabe o preço da FOX é muito alto e a brazucada achou melhor dispensá-la ? Gostaria muito de saber o que se passa, porque estamos privados da única fonte confiavel de informação na imprensa. Talvez escrever para a emissora perguntando o que aconteceu seja o melhor caminho. 

 

 

 

 

Deu no Estadão (cortei dois parágrafos) :

 

Raúl Castro oferece jantar para Maduro na Granja do Torto

LEONENCIO NOSSA / BRASÍLIA – O Estado de S.Paulo

19 Julho 2014 | 02h 02

Pela primeira vez, residência serve de local para um encontro promovido por um chefe de Estado estrangeiro

O presidente de Cuba, Raúl Castro, ofereceu na quinta-feira à noite um jantar de confraternização na Granja do Torto, residência de campo do governo brasileiro, em Brasília. Participaram do encontro o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e diplomatas dos dois países. Entre 20 horas e 23 horas, 28 veículos blindados de autoridades e carros de segurança entraram pela portaria principal, segundo presenciou o Estado.

 

 

 

Divulgação

Jantar de confraternização foi oferecido na Granja do Torto, residência de campo do governo brasileiro, em Brasília

 

A equipe de apoio do cubano causou mal-estar entre os servidores da Granja do Torto. Seguranças de Raúl queriam fechar a área reservada à imprensa no gramado em frente à portaria, onde o Planalto construiu um abrigo para jornalistas. A segurança de Cuba se irritou com um funcionário da Presidência que estacionou o carro, como de costume, no estacionamento da parte externa.

 

É a casa da Mãe Joana.  A canalha todinha reunida para planejar de que maneira vão nos impingir um governo de consultas populares, qual a melhor maneira do imenso Bananão se transformar num país socialista, talvez do tipo da China, ou seja, um regime de “modernização do comunismo”.

E a Granja do Torto é tão simpática, não combina com esse tipo de gente. Alô, alô, generais brasileiros, e pensar que os senhores não queriam dar posse ao Jango porque ele estava visitando a China, hein ? Puxa vida, o mundo gira e a Lusitana roda. Já bateram continência pro Raul ?  O apelido dele em Cuba é ” La China”, porque tem os olhos puxados e dizem que é gay. Os cubanos têm um código quando querem se referir ao Raul:  com a mão direita levam dois dedos aos olhos e depois ao ombro, tudo em fração de segundo. Nos olhos para lembrar que são puxados, e no ombro para significar que tem dragonas – é o comandante. A pergunta seria: se tem um código que todo mundo conhece deixa de ser código, não é mesmo ? Não interessa, eles têm os seus motivos, e um deles é que pronunciar o nome atrai o informante, atrai a polícia. Numa conversa o gesto é feito com tanta rapidez que só quem está atento percebe. O código para Fidel é simplesmente passar a mão no queixo, ou seja uma referência ao cavanhaque.  Se o leitor estiver em Cuba e entrar em contato com quem realmente interessa vai passar por essa experiência.

O exército cubano e sua polícia estavam na maior penúria, sem armas, nem balas para os fuzis eles tinham. Bastaria os USA estacionarem um porta-aviões no Malecón, na frente de Havana, os caças quebrarem a barreira do som em cima da cidade para o pânico se instalar nos ditadores e todo mundo sair correndo. O povo partiria para cima. Fácil, mas com Obama na presidência, nem pensar, e com a escalada de Putin as armas devem ter chegado de montão. Por que Bush não fêz nada ? Bem, com duas guerras no fim do mundo e a ameaça de novos atentados nos Estados Unidos seria absurdo preocupar-se com Cuba. O mesmo vale para Obama ? Não, pelo contrário: ele precisa dar uma demonstração de força para segurar os russos. Cuba está inserida nesse contexto. Mas isso está muito além de suas forças. Se fosse um Republicano eu diria que estaríamos diante de um covarde nato, mas sendo um Democrata não existe surpresa.

 

 

 

 

Political Cartoons by Gary Varvel

 

 

 

 

 

Political Cartoons by Chip Bok

 

 

 

 

 

 

 

 

Political Cartoons by Nate Beeler

 

 

 

 

 

 

Political Cartoons by Michael Ramirez

 

 

 

 

 

Political Cartoons by Steve Breen

 

 

 

 

 

 

 

Political Cartoons by Bob Gorrell

 

 

 

CHARLES KRAUTHAMMER e o ataque israelense em Gaza.   

 

Israel aceita uma proposta do Egito de cessar fogo em Gaza; o Hamas continua a atacar. O Hamas deliberadamente aponta foguetes para civis; Israel meticulosamente tenta evita-los telefonando para civis na área e jogando primeiro misseis não explosivos com intuito de fazê-los sair de um local suspeito a ser bombardeado, o chamado “roof knocking”.

“Eis aqui a diferença entre nós”, explica o primeiro ministro de Israel. “Estamos usando mísseis de defesa para proteger nossos civis, enquanto eles usam os seus civis para proteger os seus mísseis”.

Raramente a política internacional apresentou um momento de tal clareza moral. Mas nós, rotineiramente, ouvimos essa guerra entre Israel e Gaza ser descrita como um “ciclo de violência”. Isso é um absurdo. Que possível interesse teria Israel numa luta transfronteiriça? Todo mundo sabe que o Hamas provocou essa miniguerra. E todo mundo sabe a razão de ser do Hamas  declarada orgulhosamente: a erradicação de Israel e seus judeus.

Apologistas do Hamas atribuem a ânsia de sangue  à ocupação e bloqueio  israelense. Ocupação? Será que ninguém se lembra de nada?  Há menos de dez anos atrás, a televisão ao redor do mundo mostrou o exército israelense retirando colonos inflexíveis dos telhados de sinagogas em Gaza enquanto Israel desmanchava seus assentamentos, expulsava seus cidadãos, retirava seu exército e entregava cada polegada de Gaza aos palestinos. Nenhum soldado, colono ou um simples israelense foi deixado em Gaza.

 

E não houve bloqueio. Pelo contrario. Israel queria que  o  novo  Estado Palestino tivesse sucesso. Para ajudar a economia de Gaza, Israel deu aos palestinos suas  3.000 estufas que vinham produzindo frutas e flores para exportação. Abriu passagens na fronteira e encorajou o comercio.

A ideia  era estabelecer o modelo para os dois estados viverem em paz e produtivamente, lado a lado. Ninguém parece se lembrar que, simultaneamente à retirada de Gaza,  Israel desmontou quatro pequenos  assentamentos  no noroeste da  Cisjordânia como um sinal claro do seu desejo de deixar a Cisjordânia também, e assim, conseguir uma solução amigável para os dois estados.

Essa historia não é antiga. Isso foi há nove anos.

E como os palestinos da Faixa de  Gaza reagiram para garantir aos israelenses o que nenhuma regra prévia, nem egípcia, nem britânica ou turca  jamais deu a eles – um território independente?  Primeiro, eles demoliram as estufas. Então, eles elegeram o Hamas. E aí, em vez de construir um estado com suas correspondentes instituições políticas e econômicas, eles gastaram a melhor  parte de uma  década  transformando Gaza em uma imensa base militar transbordando de armas terroristas, para uma guerra incessante  contra Israel.

Onde estão as estradas e ferrovias, a industria e a infraestrutura do novo Estado Palestino? Em nenhum lugar. Em vez disso, eles contruíram milhas e milhas de tuneis para esconder suas armas e, quando as coisas se tornam duras, seus comandantes militares  também. Eles gastaram milhões importando e produzindo foguetes, lançadores, mesquitas, pequenas armas e até veículos aéreos não tripulados. Eles deliberadamente os colocaram em escolas, hospitais, mesquitas e casas particulares para melhor expor os seus civis. (Só na quinta-feira, a ONU anunciou  ter encontrado vinte foguetes em uma escola em Gaza). E é daí que eles lançam foguetes para Jerusalém e Telavive.

Por que?  Os foguetes não podem nem causar danos sérios, sendo quase uniformemente interceptados pelo sistema de defesa aérea Iron Dome de Israel. Até o líder da Cisjordânia  Mahmoud Abbas perguntou: “O que vocês estão tentando conseguir mandando foguetes?”

Não faz sentido. A menos que vocês entendam, como o editorial do Post de terça-feira  explicou,  que o objetivo é fazer Israel contra-atacar.

Isso produz morte de palestinos para a televisão internacional.  O que é a razão do Hamas, ou seja,  perversamente  induzir seu próprio povo a não procurar segurança quando Israel joga folhetos avisando sobre um ataque iminente.

Travar deliberadamente a guerra para que o seu próprio povo possa ser morto de modo televisivo é sem dúvida insanidade moral e tática. Mas isso se baseia em uma premissa muito racional: dado à Israel, o tratamento de estado Orwelliano* pelo mundo (veja o grotesco Conselho de Direitos Humanos da ONU), abastecido por um misto de anti-semitismo clássico e quase total ignorância histórica, essas erupções mostrando perdas de palestinos, no final das contas,  solapam o apoio para a legitimidade de Israel e o direito de autodefesa.

* O adjetivo “Orwelliano” vem de George Orwell, autor do romance 1984;  refere-se às tentativas de um governo totalitário em manipular a informação com o propósito de apaziguar ou subjugar a população. Refere-se também  à fala que diz o oposto do que realmente significa,  à propaganda governamental enganadora; por exemplo, no romance 1984,  o “Ministério da Paz” lida com a guerra e o “Ministério do Amor” tortura as pessoas. O  termo tornou-se um bordão para qualquer tipo de excesso ou desonestidade governamental.

 

Em um mundo de inversões éticas tão kafkanianas, a depravação do Hamas começa a fazer sentido. Esse é um mundo no qual o massacre de Munique**  virou  filme e o assassinato de Klinghoffer ***  uma opera – ambos, filme e opera,  profundamente simpáticos aos assassinos. Esse é um mundo no qual a ONU ignora os piores criminosos de guerra da humanidade,  enquanto condena incessantemente Israel, um estado combatido por 66 anos que, contudo, chega a extraordinários limites para evitar pôr em perigo os inocentes que seus inimigos usam como escudos.

** Relaciona-se a Munique, filme de Steven Spielberg  sobre o massacre de onze atletas israelenses por terroristas palestinos nas Olimpíadas de 1972.

***  Refere-se a Leon Klinghoffer, judeu americano sequestrado e assassinado por terroristas palestinos, quando  dirigia seu barco com sua esposa no mar Mediterrâneo, em 1985.

 

Isto é para  crédito dos israelenses que, no meio de toda essa loucura, não perderam seus escrúpulos morais. Ou seus nervos. Os que estão fora da região têm a obrigação mínima portanto, de expor a loucura e falar a verdade. Raramente isso foi tão nitidamente claro.

 

TRADUÇÃO: Célia Savietto Barbosa

 

 

 

Political Cartoons by Chip Bok

 

 

22 julho, 2014 às 20:22

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Categoria: Artigos

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