Oriana Fallaci escreve (sem pensar duas vezes ) sobre a violência islâmica – Primeira parte – comentário do blog


Oriana Fallaci, 1929-2006, foi uma das maiores jornalistas do século XX. Também  era escritora de imenso sucesso. Esse dois textos que estou publicando- Parte I e Parte II – encontram-se em seu livro “Raiva e Orgulho”. Oriana entrevistou as maiores personalidades de seu tempo. Entre muitas dezenas encontramse: Henry Kissinger, o Ayatollah Khomeini, Lech Wałęsa, Willy Brandt, Zulfikar Ali Bhutto, Walter Cronkite, Muammar al-Gaddafi, Federico Fellini, Sammy Davis, Jr., Deng Xiaoping, Nguyen Cao Ky, Yasir Arafat, Indira Gandhi, Alexandros Panagoulis, Wernher von Braun, o Arcebispo Makarios, Golda Meir, Nguyen Van Thieu, Haile Selassie , Mohammad Ali, o Xá do Iran e  Sean Connery. Oriana foi uma esquerdista do tipo PT nos anos sessenta, mas sofreu uma transformação completa (era inteligente demais), e com o passar dos anos renegou o seu passado político. Foi correspondente de guerra em quase todos os conflitos de seu tempo. Era vista pelos seus pares como uma “jornalista a quem nenhuma figura mundial consegue dizer não”(Elizabeth Mehren, «Los Angeles Times»). Não conseguiam recusar seu convite porque a entrevista passou a ser um símbolo de status. Kissinger, que se saiu muito mal, disse mais tarde que havia pago um preço por sua vaidade.
Quando o Reitor do Columbia College de Chicago lhe conferiu o doutoramento honoris causa em Literatura, definiu-a como «uma das escritoras mais lidas e amadas do mundo». Por causa de seus livros foi processada pela corja muçulmana, e passou a correr risco de vida. Seu artigo sobre o ataque às torres em Nova Yorque vendeu 1 milhão de exemplares em 4 horas.


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ORIANA FALLACI – conflito entre duas culturas – I

…ou, segundo a promessa de Osama Bin Laden, visa submeter o mundo inteiro? A pergunta continuaria a ser válida mesmo que Osama Bin Laden se convertesse ao budismo e os talibãs se tornassem liberais. Porque Osama Bin Laden e os talibãs — nunca me cansarei de afirmar — são apenas a mais recente manifestação de uma realidade que existe há mil e quatrocentos anos. Uma realidade a que o Ocidente fecha inexplicavelmente os olhos. Meu caro, há vinte anos eu vi os filhos de Alá em ação sem os Osama Bin Laden nem os talibãs. Vi-os destruir as igrejas, vi-os queimar os crucifixos, vi-os sujar as Nossas Senhoras, urinar nos altares e transformar os altares em retretes. Vi-os em Beirute. Naquela Beirute que era muito bela e que hoje, por culpa deles, já praticamente não existe. Aquela Beirute onde tinham sido recebidos pelos Libaneses como os Tibetanos foram acolhidos pelos Indianos em Dharamashala e onde, ao contrário dos Tibetanos do meu amigo Dalai-Lama, pouco a pouco se apoderaram da cidade e até do país. Com o patrocínio do senhor Arafat que agora se arma em virgenzinha ofendida e renega o seu passado de terrorista, tinham constituído um Estado dentro do Estado. Se, como ele tiveres a memória curta, folheia os jornais ou, mesmo, volta a ler o meu Insciallah. É um romance, é, mas construído sobre uma realidade histórica que todos viveram e que centenas de jornalistas testemunharam e, depois, relataram em todas as línguas. Ninguém pode apagar a história. Podem falseá-la, como o Big Brother faz no romance de Orwell, podem ignorá-la; podem esquecê-la, mas apagá-la, não. E uma vez mais para quem na chamada esquerda finge ignorá-la ou esquecer-se dela, tendo a memória ainda mais curta que Arafat: já ninguém se lembra das santas palavras de Marx e de Lenine: “A religião é o ópio dos povos?” Ninguém percebe que todos os países islâmicos são vítimas de um regime teocrático, que são todos cópias ou aspirantes a cópias do Afeganistão e do Irã? Mas porque diabo não há um único país islâmico que seja governado de modo democrático ou, pelo menos, laico! Nem um, ao menos! ( A Turquia, mas está perigando- n.b). Até mesmo os subjugados por uma ditadura militar como o Iraque, a Líbia e o Paquistão; até os tiranizados por uma monarquia retrógrada como a da Arábia Saudita e a do Iémen; até mesmo os que são governados por uma monarquia mais razoável como a Jordânia e Marrocos, nenhum deles consegue sair dos eixos de uma religião que regula todos os momentos do dia e todos e cada um dos aspectos da vida! Mas, então, porque é que estes esquerdistas desmemoriados ou falsos desmemoriados se abespinham tanto e andam sempre às turras com os sionistas de Israel? Por que é que ou, melhor, com que direito estes esquerdistas condenam os sionistas de chapelão preto e barba e caracóis à Dama das Camélias? Esse direito tenho eu que sou laica e só de ouvir a palavra Estado Teocrático (inclusive o do meu amigo Kon-dun) sinto arrepios. E não estes vira-casacas que se tornaram mais beatos que um cura de aldeia! Olhos nos olhos, cigarras de luxo e não de luxo: onde foi acabar o vosso tão decantado laicismo? A tolerância religiosa, primeiro eixo de qualquer liberdade cívica, não anula em nada o laicismo! É precisamente o laicismo que a garante. É ou não é? E com isto passamos realmente à Itália.

Eu não vou montar tendas em Meca. Não vou cantar padre-nossos e ave-marias diante da tumba de Maomé. Não vou fazer chichi nos mármores das suas mesquitas. E muito menos fazer caca. Eu, quando estou nos países deles (coisa de que não tiro nenhum prazer), nunca me esqueço que sou hóspede e estrangeira. Tenho cuidado em não os ofender com roupas ou gestos ou comportamentos que para nós são normais e para eles inadmissíveis. Trato-os com o devido respeito, com a devida cortesia e peço desculpa, quando, por distração ou ignorância, transgrido alguma regra ou superstição. E, enquanto a imagem dos dois arranha-céus destruídos se mistura com a imagem dos dois Budas assassinados, vejo agora também aquela, não apocalíptica, mas simbólica para mim, da grande tenda com que, há dois verões, os muçulmanos somalis (país muito familiar de Bin Laden, a Somália, lembras-te?) estragaram, emporcalharam e ultrajaram durante três meses e meio a piazza del Duomo em Florença. A minha cidade.

Uma tenda montada para censurar, condenar e insultar o governo italiano, naquele tempo de esquerda que, por uma vez, tinha hesitado em renovar-lhes os passaportes de que os Somalis precisavam para andar pela Europa e que (aleluia!) não os deixava levar para Itália as hordas dos seus parentes. Mães, pais, irmãos, irmãs, tios, tias, primos, cunhadas grávidas e, talvez mesmo, os parentes dos parentes. Uma tenda situada ao lado do palácio do Arcebispado, pondo no passeio os sapatos ou as chinelas que nos seus países alinham fora das mesquitas. E juntamente com os sapatos ou as chinelas, as garrafas vazias de água mineral com que lavavam os pés antes da oração. Uma tenda posta diante da catedral de Santa Maria Del Fiore a catedral idealizada por Brunelleschi e ao lado do Batistério. O milenário Batistério com as portas de ouro esculpidas por Ghiberti. Enfim, uma tenda apetrechada como um tosco apartamento. Cadeiras, mesinhas, chaise-longues, colchões para dormir e para foder, fogareiros para cozinhar os alimentos, ou seja, para empestar a praça com fumo e mau cheiro. E, graças à habitual inconsciência do Enel que preza tanto as nossas obras de arte como as nossas paisagens, isto é, nada, provida de luz elétrica. Graças a um rádio-gravador sempre ligado, enriquecida pelo vozeirão grosseiro de um muezim que, pontualmente, exortava os fiéis, ensurdecia os infiéis e sufocava os som dos sinos. Juntamente com tudo isto, os fiapos amarelos de urina que profanavam os mármores do Batistério. (Arre! Que estes filhos de Alá têm uma mijadela muito comprida! Mas como é que conseguem atingir o objetivo separado pela balaustrada de proteção e, por conseguinte, distante quase dois metros do seu aparelho urinário?). Além das manchas amarelas de urina, o fedor do esterco ao lado do portão de San Salvatore al Vescovo: a lindíssima igreja românica (do século IX) que está por detrás da piazza del Duomo e que estes bárbaros tinham transformado em retrete. Tu sabes bem disso.

Tu bem sabes por que fui eu quem te telefonou, quem te pediu que falasses disso no teu jornal, lembras-te? Também telefonei para o presidente da Câmara de Florença que — admito — foi gentilmente à minha casa. Ouviu-me e deu-me razão. “Tem razão, tem muita razão…” Mas não tirou a tenda. Esqueceu-se ou não teve coragem. Telefonei para o Ministro dos Negócios Estrangeiros que era um florentino e até um daqueles florentinos que falam com sotaque muito florentino e muito envolvido pessoalmente no caso dos passaportes com que queriam andar pela Europa. E também ele — admito — me ouviu. Deu-me razão: “Pois é. Tem razão, tem toda a razão”. Mas, como o Presidente da Câmara, não moveu um dedo para tirar a tenda. Não se atreveu. Então mudei de sistema. Telefonei ao polícia que dirige o gabinete de segurança da cidade e disse-lhe: “Meu caro polícia, eu não sou um político. Quando digo que faço uma coisa, faço mesmo. Se até amanhã não tirardes aquela maldita tenda, eu queimá-la-ei. Juro por minha honra que a queimarei e nem um regimento de carabineiros conseguirá impedir-me de o fazer; e, depois, quero ser presa. Levada para a cadeia e algemada. Assim, irei acabar em todos os jornais e telejornais, a-Oriana-Fallaci-está-presa-na-cidade-por-ter-defendido-a-sua-cidade. E todos escarrarão em cima de vós”. Pois bem, como era mais inteligente que os outros, ou mais sensível à gloria que disse lhe adviria, ao fim de poucas horas, a polícia tirou a tenda. No lugar dela ficou apenas uma enorme e nojenta mancha de porcaria; o acampamento durara mais de três meses. Esta minha vitória foi digna de Pirro! E foi, porque imediatamente a seguir, os passaportes dos Somalis, graças ao Ministro dos Estrangeiros, foram renovados e as autorizações de residência concedidas. Foi porque os seus pais e as suas mães e os seus irmãos e as suas irmãs e os primos e as primas e as cunhadas grávidas que, entretanto, haviam dado à luz já se encontravam onde queriam, isto é, em Florença e nas outras cidades da Europa. Foi porque o fato de tirar a tenda não influiu nada nos outros estragos que, desde há anos, ferem e humilham aquela que era a capital da arte, da cultura e da beleza. Porque em nada desencorajou os outros arrogantíssimos hóspedes da cidade: os albaneses, os sudaneses, os bengaleses, os tunisinos, os argelinos, os paquistaneses e os nigerianos que, com tanto fervor, contribuem para o comércio da droga sob os olhos de uma polícia impotente. (No que dá um crime que não é proibido pelo Alcorão! Ao que parece). E, com eles, os vendedores ambulantes e fixos que sujam as ruas, as pontes, os monumentos. E digo isto porque os vendedores ocupam principalmente o centro histórico, ou seja, os lugares mais preciosos e mais gloriosos. Os arcos dos Uffizi, por exemplo. O exterior da Catedral e da Torre de Giotto, onde eles continuam a mijar. A Ponte Vecchio onde impedem o acesso às lojas de jóias e frequentemente se afrontam à facada. A maravilhosa esplanada da Praça Michelangelo e o Lungarni, onde pediram e obtiveram um financiamento da Câmara Municipal (com que direito eu não sei, visto que não pagam impostos). Eles ocupam também os passeios frente aos museus e às bibliotecas, as escadas dos antigos palácios, os claustros das igrejas centenárias. As prostitutas doentes de sífilis e de sida que atacam ou matam a velha religiosa dedicada a salvá-las. Os ladrões (geralmente albaneses) que te assaltam a casa, enquanto dormes na cama e ai de ti se responderes com a tua pistola aos seus revólveres! “Racista, racista!”

Pois é. Estão todos onde estavam antes de o polícia tirar a tenda. Os vendedores fixos estão também na esplanada degli Uffizi, na base da Torre de Giotto, diante da Loggia dell’Orcagna, à volta das Logge del Porcellino, diante da Biblioteca Nacional, à entrada dos museus, no Ponte Vecchio, onde, às vezes, andam à facada. Ou nos Lungarni [nas marginais ao longo do rio Arno], onde conseguiram que o Município os financiasse. (Sim, senhores, que os financiasse!). Também estão nos adros das igrejas. Por exemplo, no da Chiesa di San Lorenzo, onde apesar de Alá se embebedam com vinho, cerveja e bebidas destiladas, e dizem obscenidades às mulheres. (No Verão passado, naquele adro, um até se dirigiu a mim, que já sou uma senhora de idade. Mas teve azar! Oh! Se não teve! Um dos que por lá andam ainda deve estar agarrado aos seus órgãos genitais!). A pretexto de vender a sua maldita mercadoria estão sempre lá. E por “mercadoria” entende-se bolsas e malinhas de mão, contrafacções de modelos registrados, portanto ilegais, posters, postais, estatuetas africanas que os turistas ignorantes julgam esculturas de Cellini ou de Bernini. E também a já referida droga. Mas que insolência! Que atrevimento! “Je connais mês droits. Conheço os meus direitos”, gritou-me em francês, no Ponte Vecchio, um nigeriano que eu tinha surpreendido a oferecer droga e a quem eu tinha respondido eu-prendo-te-e-expulsulso-te-do-meu-país, seu filho da puta. Os mesmos “eu conheço os meus direitos”, gritados dois anos antes em perfeito italiano, na esplanada de Porta Romana, por um jovenzinho africano que me tinha apalpado um seio e a quem eu tinha posto na ordem com o meu costumado pontapé nos testículos (é já a única arma de que dispõe uma mulher para defender os seus direitos de cidadã). “Conheço-os-meus-direitos”. Ainda não satisfeitos com tudo isto, pretendem cada vez mais mesquitas, eles, que nos seus próprios países não te deixam construir nem sequer uma pequena capela e degolam os missionários e violam as freiras. E ai de quem ouse protestar; ai de quem lhes responde vai-praticar-esses-direitos-na-tua-casa. “Racista! Racista!” Ai de um peão, que ao caminhar por entre a porra da mercadoria, roça numa pretensa escultura de Cellini ou de Bernini! “Racista-racista!” Ai se um Vigilante Municipal se aproxima dele e ousa dizer: “Senhor, filho de Alá, Excelência, seria muito incômodo deslocar-se um nadinha para as pessoas poderem passar?” Comem-no vivo. Ferram-lhe mais do que um cão raivoso. No mínimo, insultam-lhe a mãe e a descendência. E as pessoas calam-se resignadas, intimidadas, neutralizadas pela chantagem da palavra “racista”. Não abrem a boca nem que se lhes berre o que o meu pai uivava durante o fascismo: “Mas não vos importais nada com a vossa dignidade, carneiros? Não tendes um pouco de amor-próprio, raça de coelhos?”

Bem sei que também acontece o mesmo nas outras cidades. Acontece em Turim, por exemplo. Aquela Turim que fez a Itália e que já nem parece uma cidade italiana. Parece Dacca, Nairobi, Damasco ou Beirute. Em Veneza. Aquela Veneza, onde os pombos foram substituídos pelos tapetinhos com a “mercadoria” que até Otelo (diga-se de passagem que Otelo era um grande senhor, um homem elegante e de muito bom gosto) os correria a pontapé. Acontece em Gênova. Aquela Gênova, onde os maravilhosos palácios que Rubens admirava tanto foram seqüestrados pelos filhos de Alá e se deterioram como bonitas mulheres violentadas por um bando selvagem. Acontece em Roma. Aquela Roma, onde o cinismo da política de todas as mentiras e de todas as cores os corteja na esperança de obter o seu futuro voto. E onde até o próprio Papa os protege sonhando, acho eu, com uma viagem a Cabul ou a Islamabad. (Santidade, porque é que em nome do Único Deus não os leva para o Vaticano? Todos. Bandidos, vendedores, prostitutas, traficantes de droga, terroristas. Desde que não conspurquem também a Capela Sistina e as estátuas de Miguel Ângelo e as pinturas de Rafael, entenda-se!). Agora sou eu quem não percebe. Em vez de filhos de Alá, na Itália chamam-lhes “trabalhadores estrangeiros”. Ou, então, “mão-d’obra-de-que-precisamos”. Não há dúvida de que alguns deles trabalham como os outros europeus. Os italianos tornaram-se muito delicados. Vão de férias para as Seicheles, passam o Natal em Paris, têm babysitters inglesas e cozinheiras de cor, e recusam-se a ser operários e camponeses. Eles só querem ser grandes burgueses, empreendedores, professores. Em suma, já não os podes associar ao proletariado; por isso, é preciso que haja quem trabalhe para eles. Mas aqueles de quem falo, que trabalhadores são? Que trabalho fazem? De que modo suprem a necessidade de mão-de-obra que o ex-proletariado italiano já não fornece? Acampando na cidade com o pretexto da mercadoria-para-vender, droga e prostitutas incluídas? Malandrando, vadiando e estragando os nossos monumentos? Embebedando-se nos adros das igrejas, dizendo obscenidades às senhoras de idade que caminham pela rua, apalpando-lhes os seios, conheço-os-meus-direitos? E, depois, há outra coisa que não compreendo.Se são assim tão pobres, tão necessitados, quem lhes dá dinheiro para a viagem de navio que os traz para a Itália? Quem lhes dá os cinco mil euros por cabeça (no mínimo, cinco mil) necessários para pagar a viagem, quantia bastante para uma família de cinco pessoas que chegam da muito próxima Albânia? Não lhes darão nada os Osama Bin Laden na mira de estabelecer postos avançados na Itália e na Europa, e de recrutar melhor os terroristas da Al Qaeda? Não lhes darão nada os príncipes da Casa Real Saudita com objetivo de preparar uma conquista que não é tanto de almas quanto de território igual à que durante mais de sete séculos aconteceu na Península Ibérica? E não creio num fenômeno natural, espontâneo, inocente. São astutos demais, organizados demais, trabalhadores estrangeiros. E, além do mais, dão muitos filhos. Os italianos não fazem tantas crianças, estafermos. Os outros europeus mais ou menos o mesmo. Eles, pelo contrário, não fazem mais do que procriar. Multiplicar-se. Não, esta história não me convence. E engana-se quem a enfrentar de ânimo leve e com otimismo. Engana-se, especialmente, quem compara a onda migratória que se abateu sobre a Itália e sobre a Europa com a que avassalou a América na segunda metade do século dezoito e, sobretudo, nos finais do século dezenove e inícios do século vinte.

Imagine se Orianna estivesse viva para ver o imbecil do Obama construindo uma mesquita ao lado de onde estavam as torres. Pessoas feito ela é que fazem a diferença nos momentos que exigem coragem. Nada de se esconder atrás de “in medio virtus”;  “nem tudo é preto e branco na vida “; ” não existem mocinhos e bandidos”, e outras bobagens que alimentam os zumbis.

24 agosto, 2010 às 05:26

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Categoria: Artigos

Comentários (2)

 

  1. Ali Omais disse:

    Allahu Akbar! Não julgue o Islamismo antes de conhecê-lo e não acredite em tudo que a midia diz, isso sim é alienação.
    Salam!

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