Os Liberais americanos e as guerras – o general em seu labirinto- Condolleeza Rice- vídeo da fuga do Vietnã

Eu vi um documentário na TV mostrando o Joe Biden e as suas históricas gafes. Ele se defende na base do ” sou assim mesmo e não há como mudar”. Fiquei bobo com a figura. Parece senil, destrambelhado, fora de foco, uma caricatura. É o cúmulo do atrevimento os liberais atacarem a Sarah Palin, tendo um debiloide desses circulando impunemente.

E o general Petraeus disse que não vai sair correndo do Afeganistão. Claro, deve dar a vida para não ter o mesmo destino de Westmoreland e Abrams, os famosos comandantes no Vietnã. Obama haver marcado data para retirar as tropas foi bem uma característica dos liberais, a completa falta de encadeamento lógico em seus cérebros entupidos de Humanidades, entre as quais História deve ter sido ignorada. E fico pensando: esses caras são de Harvard, Yale, que momento curioso que vivemos. Que força incomensuravel leva essa turma a não ter lucidez necessária para perceber que 2+2 são 4, e não 5, ou 6, como em seu relativismo eles pensam ser possivel. É ridiculo dizer ao inimigo: “Eu vou embora em setembro do ano que vem, tá bom ? Quando eu sair comportem-se.” Que bom que Obama está dando o dito pelo não dito com o maior cinismo, igualzinho à sua promessa de fechar Guantânamo. Petraeus afirmou:  “ O ano que vem é a data quando começa o processo, e não a data em que os Estados Unidos correm para a porta de saída”. Ah, bom, a gente não tinha entendido! Agora está explicado. Vão tirar 2 soldados, e em 2012 mandam mais 30 mil. Tremenda declaração essa do Petreaus, estilo ato falho, quando diz “correndo para a porta de saída”, isto é, fugindo, sendo derrotados. E Petraeus ainda foi além,quando deu sinais de que poderá “revisar os atuais limites impostos aos ataques dos soldados americanos para evitar danos colaterais”. Vamos ser claros: Ele, para melhor proteger os soldados, precisa aumentar os efeitos colaterais, isto é, matar mais civis e destruir casas, edifícios, etc. Está certíssimo, mas imaginem uma declaração dessas durante o governo Bush. Seria um escândalo no mundo inteiro! Então… quer dizer que McChrystal tinha razão em todas as suas críticas. Só não podia formula-las abertamente, e ainda mais para um jornalista canalha. Perdeu completamente a paciência e cometeu suicídio. Durante meses ficou de frente para o dilema: ” Como servir à Pátria, proteger meus homens, ganhar essa guerra e, ao mesmo tempo, cumprir a Constituição e obedecer de bico calado ás ordens absurdas que recebo da corja da Casa Branca.?” Deve ter tentado muita coisa antes do desabafo fatal. Coitado dele. O general em seu labirinto.


VEJA ESSE VÍDEO ! Os trágicos dias finais em Saigon

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No Vietnã a retirada foi uma traição aos vietnamitas do sul, a condenação de milhares deles à morte, e de milhões à escravidão comunista, além, é claro, de haver desmoralizado os EUA, e trazido problemas geopolíticos para os americanos em todos os continentes. Culpa completa, total, dos liberais daquela época, e dos jovens tipo Clinton e Hillary. Até hoje esse episódio tem a versão esquerdista: os Estados Unidos  foram derrotados pelas armas em uma guerra infame. O que aconteceu é muito diferente, leiam a esse respeito; mas é necessário que seja um livro neutro, ou do caluniado Kissinger. Não adianta lerem traduções do NYTimes, ou autores liberais. Eu tenho um pequeno artigo: “Ho-Chi-Minh virou hamburguer” que traz algum material para o assunto. Bem, no Afeganistão é muitíssimo mais sério, é vital. Afeta os EUA e o mundo de uma maneira terrivel por causa do terrorismo e seu provavel acesso às bombas de destruição em massa. É imperativo encarar a realidade de frente: Os Estados Unidos precisam ficar décadas no Afeganistão até poderem deixar o país. E AS BAIXAS CIVIS TERÃO QUE AUMENTAR MUITO, ou a tecnologia dar um salto exponencial – o que não parece provavel. Não existe saída. O terrorismo exportado para os Estados Unidos é o único motivo pelo qual até agora os liberais não abandonaram o país para os talebans, permitindo a volta de uma ditadura onde os homens são condenados á total ignorância e as mulheres à escravidão. Os Obamas da vida repetiriam o Vietnã com a maior tranquilidade se não fosse pelo perigo de armas bacteriológicas e bombas atômicas explodindo em Nova Yorque. Aliás, se o ataque às torres tivesse acontecido no governo de Obambi jamais os Estados Unidos invadiriam o Afeganistão, e muito menos o Iraque. O mundo estaria tremendo de medo aguardando novas catástrofes. Barry (Barack) teve muita sorte de pegar um Afeganistão de certa forma controlado, e um Iraque sem Saddam, caminhando devagar, bem devagar, para a normalidade.


Pude ver Condolleeza Rice em uma antiga entrevista (2009) no programa Charlie Rose, da TV Management. Infelizmente só peguei a última meia hora. Educação, finesse, inteligência. Ela disse mil coisas interessantes, entre elas que é republicana porque acredita na individualidade. Chamou a atenção a sua paciência infinita em aguentar as perguntas medíocres do apresentador, um liberal de carteirinha. Quando houve a primeira insinuação sobre a não competência de Bush, Condolleeza não deixou passar e afirmou que o ex-presidente foi, em muitas ocasiões, “a pessoa mais estratégica nas reuniões”, com isso querendo dizer que tinha o melhor critério para determinar ações. Para aquela horrorosa pergunta – a que insiste no “erro da invasão do Iraque”- mostrou uma paciência infinita, e discorreu sobre o óbvio, isto é, que a guerra era necessária, e mostrou que o Iraque de hoje é um país democrático, com todas as correntes de opinião representadas no governo. O erro – afirmou – foi os USA terem dado excessiva importância à Bagdad, em detrimento de outras regiões do país. (Alguém já viu essa crítica em algum lugar?). Discorreu sobre o fato do Afeganistão ser o quinto país mais pobre do mundo, sobre não acreditar nessa China GRANDE – que vai dominar o mundo – balela que a esquerda tenta nos impingir, e muita coisa mais.

A moça interpretou ao piano, em abril de 2002 no Constitution Hall em Washington,  a sonata para violino em Ré menor de Brahms, acompanhada do violoncelista Y0-Yo Ma. No próximo dia 27 de julho (2010) ela e Aretha Franklin darão um concerto com objetivo de arrecadar fundos para o desenvolvimento de programas de educação infantil. Uma mulher espetacular. Abaixo um vídeo de Condolleeza tocando para a rainha Elizabeth da Inglaterra:

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http://www.youtube.com/watch?v=fd-PxC8dyYg

2 julho, 2010 às 01:14

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Categoria: Artigos

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