Vou ser acusado de racista

Meu caro , tenho um outro artigo, ainda não publicado. Entro com o “radicalismo” de sempre.
Engraçado é que sei que ser “radical” afasta pessoas, mas IMAGINEI que haveria um segmento de leitores que gostaria de ler algo diferente do que nos é martelado dia após dia. O radicalismo é uma espécie de reação à insanidade que nos é imposta. Você reage contra o radicalismo insano, e sua linguagem torna-se necessariamente “radical”.

Nesse texto eu digo que é necessário que se faça discriminação nos aeroportos. Com os louros de olhos azuis não se deve perder muito tempo, enquanto com os barbudos, morenos, nariz adunco, ou seja, árabes e persas, são para serem imediatamente alvo de toda a atenção, tirar da fila e sacudir de cabeça para baixo. Todos os atentados no mundo com exceção do norueguês e do McVeight  foram cometidos pelos barbudos (estou excluindo os completamente pirados). Então, meu caro, eles são os perigosos, e não os  islandeses. Não se pode ter luvas de pelica com essa turma, por causa de uma irracionalidade, uma besteira que marca os nossos dias, o politicamente correto. Veja a contradição: Os serviços secretos de todos os países se incomodam com eles, com os mustafás, unicamente com eles, mas nos aeroportos, e nas cidades, somos obrigados a não discrimina-los, a não considera-los inimigos em potencial.  Como você explica o fenômeno ? Serviços secretos de um lado e os governos desses mesmos serviços secretos do outro lado, nos obrigando á uma convivência que nos coloca tão suspeitos como aqueles que nem de longe as agência de inteligência prestam qualquer atenção. Isso é tirania, é burrice, é curvar-se ao que foi criado por um bando de intelectuais nas universidades americanas. Veja, mesmo em um governo republicano, mil vezes melhor do que um governo democrata, as medidas de segurança continuam a nos atormentar. O politicamente correto é vitorioso, ninguém tira essa da esquerda.

Vou dizer uma coisa que ninguém tem coragem e vou ser tachado imediatamente de racista. Durante muito tempo fiz o vôo de Johannesburg para Hong-Kong. Muitas vezes eram doze, treze horas de viagem. Muito bem. No avião a imensa maioria era de negros de vários países africanos, e de chinêses. Pois bem, o cheiro dos negros era insuportavel. Ninguém ainda os ensinou que existe desodorante. E se eu também não usar vou ficar com o cheiro igualzinho ao deles. Os chineses, acham que o alho tem propriedades miraculosas para o organismo e se entopem dele, o que faz com que exalem esse cheiro também insuportavel. Além do mais os chinos comem uma espécie de macarrão que é trazido para eles pelas aeromoças naqueles sacos de papelão tipo pipoca nos cinemas. Aquele grandão. O cheiro é horrivel, e, como a mãe deles não deu educação prá eles, os pobre-coitados chupam o macarrão com aquele barulho característico e nojento.

Você procura desesperadamente um lugar ( quando o avião não está entupido) onde possa melhorar sua situação, porque a vontade é de pedir para parar e descer, ou então vomitar. Bem, eu sou racista? Quando chegar a civilização na África os negros vão usar desodorante e quando a China deixar de ser um país de bárbaros vai acabar essa história do macarrão e do alho. Mas eu devo ficar quietinho enquanto isso porque sem dúvida vou ser chamado de racista, por mais irracional que isso possa ser. Adoraria agarrar quem me insultar dessa maneira e amarra-lo numa cadeira nesse vôo, Joburgo-Hong-Kong e depois perguntar como é que se sentiu. Na certa depois de vomitar bastante ainda vai ter coragem de dizer que tudo correu normalmente e que eu sou intolerante e…. deixa prá lá.

Responde meu amigo:

Ainda bem que essa parcialidade sua abriu uma exceção — espero que
bem grande — para o norueguês. Em suma, quando os de olho azul fazem
terrorismo, é por serem desequilibrados mentais. E quando me lembro do
IRA, e dos bascos (aliás, se não me engano, povo louro), e do Baden
Meinhoff, e das brigate rosse… não me conta fossem árabes. Menos,
Claudio, menos…
Estamos falando de terrorismo jihadista, não seja grego sofista. Estamos falando do objetivo único das chateações  a que somos obrigados a suportar nos aeroportos. O objetivo desse arrocho é não permitir a entrada dejihadistas em solo ocidental, principalmente nos EUA. Terrorismo basco, IRA, Baden Meinhof, são coisas completamente distintas, estão localizados nos países aonde pretendem a separação, ou o poder. Nada de guerra religiosa TOTAL, declarada, por pessoas de barbar, morenas etc. Ao entrar em em aviões não estamos preocupados com o  IRA. Não é assim. Os EUA enfrentam duas guerras dificilimas contra MUÇULMANOS, por isso a discriminação é necessária. Assassinos malucos sempre existirão, mas os noruegueses não estão checando nada, ( ou muito pouco) nos aeroportos em função do que houve, e nesse caso do massacre na ilha vão atrás de um pequeno grupo (se existir porque a imprensa mente o tempo todo).Repito: os outros tipos de terrorismo são raros, localizados, e não estão nessa de bombas bacteriológicas ou atômicas. Repito: DUAS GUERRAS contra esses caras, que deixaram claro seu objetivo, isto é, acabar conosco e tomar o mundo. Acho incrivel não se poder tirar da fila um cara barbudo, moreno, nariz de árabe e fazer logo uma revista completa. Não é possivel que o perigo do Islã ainda não tenha um lugar na sua cabeça.  

A questão de serem árabes nos leva a pensar no grupo das colônias
próximas ao centro, dominadas bastante tempo pela turma de olhos
azuis, sobretudo depois de se descobrirem os mil usos do petróleo. E
pensar que vieram dessa gente enormes conquistas da humanidade, bem
como da turma de olhos puxados lá de longe, enquanto a Europa era um
bando de gente imunda, que bebia de chifres e comia com a mão. Nas
próprias cortes. Se não me engano, coube à Caterina de Medici ensinar
melhores hábitos aos franceses.Aliás, o Gore Vidal, no Criação, põe os
persas com asco dos gregos, por serem estes imundos… e creio que
estava correto historicamente.

Sim mas não dominam mais, e mesmo se assim fosse, mesmo que as teorias conspiratórias sobre os REAIS objetivos dessas guerra deixassem de ser conspiratórias, ainda  assim teríamos que discriminar.
Veja os orgulhosos romanos de antigamente: transformarm-se nos talianos de hoje. É quase impossivel acreditar-se no milagre grego olhando o que resta deles. Mas os livros e os monumentos fantásticos aí estão para provar. Veja os peruanos, os guatemaltecos, os egípcios e muitas outras civilizações que desapareceram. E quanto à China, é um exemplo horrivel, porque são os mais imundos, os mais zumbis, os mais ladrões que existem no mundo inteirinho. Interessa o que está acontecendo agora. Não vamos discriminar os árabes nos lugares públicos porque já foram melhores ? Então vamos dar aos inspetores um livrinho. Se o sujeito for de algum lugar aonde tiver acontecido uma civilização de respeito, vamos deixa-los passar sem maiores problemas. Mas ai daqueles que não estiverem no livrinho, os brasileiros, os canadenses, os suiços. Os barbudos podem passar tranquilamente porque são os assírios, os egípcios, os persas e outros. Gregos e romanos (italianos) precisam ser tratados com o maior respeito .Fica bem assim?

E nada se compara às catedrais européias, se vamos entrar por esse caminho. Na China, a primeira coisa que reparei é que tudo é feito de madeira, madeirinhas. Muita coisa bonita, mas se for comparar com o gótico, etc. é brincadeira de criança. E finalizando, o Gore Vidal é completamente excêntrico, e transformou-se a partir de alguns anos atrás numa figura ridícula. Seu anti-americanismo é pior do que o do Arnaldo Jabor. “Persas com nojo dos gregos” quando estamos falando de aviões explodindo no ar, das torres, dos atentados semanais em várias partes do mundo é realmente brincadeira sua. É exatamente por causa disso que os USA estão de mãos amarradas. E obrigado por involuntariamente participar do blog. 
 

9 setembro, 2011 às 22:43

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Categoria: Artigos

Comentários (2)

 

  1. cynodon disse:

    Mafra, não concordo com boa parte de suas idéias, mas sempre acho seus artigos intelectualmente estimulantes- em grande parte por oferecem uma visão de mundo diferente, livre das amarras do politicamente correto. No caso em questão, a política de revista em aeroportos, penso que os EUA deveriam aprender com Israel…

    • Claudio Mafra disse:

      Sim, meu amigo, eu estive em Israel séculos atrás. Cabelo preto, e na época usava barba fechada. Não tiveram dúvidas, fui tirado da fila e me interrogaram por uns cinco minutos. Interrogatório mesmo, com repetições de perguntas. E sabiam que eu era jornalista, brasileiro, mas, não ligaram a mínima. Tudo poderia ser falso. O lado positivo: A policial era linda e eu achei uma delícia ficar lá, olhando para ela, vendo toda a sua aplicação. Quanto mais eficiente e durona ela se mostrava mais eu a achava engraçadinha. Aposto que a moça percebeu, já que eu não tive a menor intenção de disfarçar meus pensamentos llibidinosos..

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